Mapa visual, blocos SRC para gravar, quiz, flashcards e jogo de pares — do agonista total ao antagonismo farmacocinético.
Clique mentalmente nas “pétalas”: verde = ativa, vermelho = bloqueia, roxo = modula de longe.
Ligam e acendem sinal (ou modulam resposta basal). Eficácia intrínseca vai de +1 (total) a negativa (inverso).
Ocupa o receptor e gera a resposta máxima possível naquele sistema — eficácia intrínseca = 1. “Abre tudo”.
Liga e ativa, mas nunca atinge Emax do agonista total, mesmo ocupando todos os receptores. Eficácia entre 0 e 1.
Prova de ouro: na presença de agonista total, o parcial compete e age como antagonista relativo — reduz a resposta porque “tampa” parte dos receptores com sinal mais fraco.
Alguns receptores têm atividade constitutiva (ligam sem ligante). O agonista inverso liga e reduz a atividade abaixo do basal.
≠ antagonista puro: o antagonista “volta” ao basal; o inverso empurra para baixo do basal.
Não no sítio ortostérico — liga em outro sítio e aumenta o efeito do agonista endógeno quando este se liga. Sozinho: pouco ou nada.
Compete pelo mesmo sítio que o agonista. Mais agonista ou mais afinidade do agonista → desloca o antagonista. Emax mantida, curva desloca para a direita.
Liga em sítio diferente (alostérico) ou de forma que não dá para vencer só com mais agonista. Emax cai.
Ligação covalente — receptor “morto” até a célula sintetizar novos. Recuperação = turnover de receptor.
Não há competição no mesmo receptor — efeitos opostos por vias diferentes.
Um fármaco reduz a concentração do outro (absorção, metabolismo, distribuição, excreção) — não é briga no receptor.
Potencializa o agonista endógeno/ligante ortostérico. Clássico: benzodiazepínicos + GABA. Cinacalcete no CaSR.
Reduz a capacidade de ativação pelo agonista. Ex.: maraviroque no CCR5 (HIV) — muda conformação, vírus não entra.
Ocupa sítio alostérico sem alterar função basal, mas impede outros moduladores de se ligarem ali. Mais pesquisa que rotina clínica.
Força de ligação fármaco–receptor. Maior afinidade = menor concentração para ocupar. Vale para agonista e antagonista.
Capacidade de ativar depois de ligado: total = 1; parcial = entre 0 e 1; antagonista ≈ 0; inverso negativo.
EC50 — quanto precisa para ~50% da resposta. Mais potente = menos dose. Potência ≠ Emax (pode ser potente e parcial).
Exposição crônica ao agonista → menos resposta: internalização, fosforilação, down-regulation de receptores. Ex.: β2 contínuo na asma.
Bloqueio crônico → célula faz mais receptores. Ex.: retirada abrupta de betabloqueador — crise hipertensiva por rebote com adrenalina em mais receptores β.
Competitivo: sobe dose do agonista → volta o teto. Não-competitivo/irreversível: teto cai ou some.
Antagonista → basal. Agonista inverso → abaixo do basal.
Verde/amarelo tracejado: mesmo teto, curva deslocada. Vermelho: teto menor — mais agonista não recupera 100%.
Três formatos: classificação (quiz), cartões que viram, associação tipo ↔ exemplo.
Clique no cartão para virar.
Selecione um item à esquerda e o par correspondente à direita.
Pares corretos: 0 / 0