Tema: Farmacocinética e Interações Medicamentosas (Questões 1-36)
Q1.📋 QUESTÃO LITERAL DA PROVA Paciente de 45 anos, em uso de fluoxetina (inibidor da CYP2D6) para tratamento de depressão, procura atendimento por dor musculoesquelética aguda após entorse de tornozelo. O médico prescreve codeína, um pró-fármaco. Alguns dias depois, o paciente retorna relatando que a dor permanece praticamente inalterada, apesar do uso correto da medicação.
Considerando as informações do caso, analise as alternativas e assinale a correta:
✅ Resposta: B 💡 A fluoxetina inibe a CYP2D6. A codeína precisa ser metabolizada pela CYP2D6 para virar morfina (sua forma ativa). Com a enzima bloqueada, a codeína não é ativada e o paciente não tem alívio da dor.
Q2.📋 QUESTÃO LITERAL DA PROVA Paciente de 50 anos apresenta infecção fúngica sistêmica e inicia tratamento com itraconazol, um fármaco ácido fraco. Durante a consulta, refere episódios recorrentes de queimação gástrica, utilizando antiácidos conforme necessidade diária. O médico explica que o antiácido pode interferir na ação do antifúngico e recomenda que o paciente consulte um gastroenterologista.
Com base nas informações deste caso, o antiácido pode:
✅ Resposta: C 💡 O itraconazol é um ácido fraco que precisa de pH ácido no estômago para ser absorvido. O antiácido aumenta o pH gástrico, diminuindo a absorção do antifúngico.
Q3.📋 QUESTÃO LITERAL DA PROVA O conhecimento do tempo de meia-vida de um fármaco é essencial para o planejamento de esquemas de dosagem, visando atingir concentrações terapêuticas e minimizar efeitos adversos. Vários fatores podem afetar o tempo de meia-vida de fármacos, sendo necessário, em algumas situações, ajustes de dose.
Considere os fatores descritos abaixo e assinale a alternativa correta:
✅ Resposta: B 💡 Na recirculação êntero-hepática, o fármaco é excretado na bile, reabsorvido no intestino e volta para a circulação. Isso AUMENTA a meia-vida porque o fármaco fica circulando por mais tempo no corpo.
Q4. Paciente de 60 anos, em uso de paroxetina (inibidor da CYP2D6) para ansiedade, sofre fratura de costela. O médico prescreve tramadol para dor. Após 3 dias, o paciente relata pouco alívio da dor.
Qual mecanismo explica a falha terapêutica?
✅ Resposta: B 💡 Mesmo mecanismo da fluoxetina+codeína! A paroxetina inibe CYP2D6. O tramadol precisa ser convertido em M1 (metabólito ativo) pela CYP2D6 para ter efeito analgésico forte. Com a enzima bloqueada, o tramadol não é ativado adequadamente.
Q5. Paciente de 55 anos usa rifampicina para tuberculose. Inicia tratamento com varfarina para fibrilação atrial. Após 2 semanas, o INR cai de 2.5 para 1.2.
Qual o mecanismo dessa interação?
✅ Resposta: C 💡 A rifampicina é um potente INDUTOR das enzimas CYP450 (especialmente CYP2C9 e CYP3A4). Isso acelera a metabolização da varfarina, reduzindo sua concentração no sangue e diminuindo o INR.
Q6. Paciente de 40 anos em uso de cetoconazol (antifúngico, fármaco base fraca) também toma omeprazol para refluxo.
Qual o impacto do omeprazol na farmacocinética do cetoconazol?
✅ Resposta: C 💡 Mesmo princípio do itraconazol+antiácido! Cetoconazol é uma base fraca que precisa de meio ácido para ser ionizado e absorvido. O omeprazol (inibidor de bomba de prótons) reduz a acidez gástrica, prejudicando a absorção do cetoconazol.
Q7. Paciente usa carbamazepina (indutor da CYP3A4) para epilepsia. Inicia uso de midazolam para ansiedade. Observa-se que o midazolam tem efeito reduzido.
Qual o mecanismo dessa interação?
✅ Resposta: C 💡 Mesmo princípio da carbamazepina+clonazepam da prova! A carbamazepina INDUZ a CYP3A4. O midazolam (substrato da CYP3A4) é metabolizado mais rápido, reduzindo sua concentração e seu efeito clínico.
Q8. Paciente de 72 anos com insuficiência renal crônica e hipoalbuminemia (albumina 2.1 g/dL) inicia valproato de sódio para crises epilépticas.
Sabendo que o valproato tem alto grau de ligação à albumina, o que se espera?
✅ Resposta: A 💡 Com albumina baixa (hipoalbuminemia), há MENOS proteína para o valproato se ligar. Mais fármaco fica na forma LIVRE (ativa). Isso pode causar toxicidade. Por isso deve-se REDUZIR a dose.
Q9. Paciente de 41 anos em uso de fluoxetina inicia tratamento com codeína para dor pós-operatória. A dor não melhora.
Qual enzima está envolvida nessa interação?
✅ Resposta: B 💡 A CYP2D6 é a enzima que converte codeína em morfina. A fluoxetina inibe a CYP2D6, bloqueando essa conversão.
Q10. Paciente de 40 anos usa rifampicina e também toma contraceptivo oral. Efeito reduzido do contraceptivo oral.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: B 💡 Rifampicina é INDUTOR enzimático. Acelera a metabolização do contraceptivo, reduzindo o efeito. É interação clássica!
Q11. Paciente de 62 anos usa fenobarbital e também toma varfarina. Efeito reduzido do varfarina.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: B 💡 Fenobarbital é INDUTOR enzimático. Acelera a metabolização da varfarina, reduzindo o efeito. É interação clássica!
Q12. Paciente de 31 anos usa carbamazepina e também toma clonazepam. Efeito reduzido do clonazepam.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: B 💡 Carbamazepina é INDUTOR enzimático. Acelera a metabolização do clonazepam, reduzindo o efeito. É interação clássica!
Q13. Sobre o conceito de recirculação êntero-hepática de fármacos:
Qual a consequência clínica desse processo?
✅ Resposta: B 💡 Na recirculação êntero-hepática, o fármaco é reabsorvido e retorna à circulação. Isso PROLONGA a meia-vida e a duração do efeito.
Q14. Paciente idoso (81 anos) com redução de massa muscular inicia fármaco com alto Vd para músculo.
O que acontece com a meia-vida?
✅ Resposta: B 💡 Com menos músculo, menor volume de distribuição. Com menor Vd, maior concentração plasmática → eliminação mais rápida → meia-vida MENOR.
Q15. Paciente de 51 anos em uso de carbamazepina (indutor CYP3A4) inicia clonazepam (substrato CYP3A4).
O que acontece com a concentração plasmática do clonazepam?
✅ Resposta: B 💡 A carbamazepina INDUZ CYP3A4. O clonazepam é metabolizado mais rápido → concentração plasmática DIMINUI → efeito reduzido.
Q16. Paciente de 60 anos, obeso (IMC 33), em uso de fluoxetina inicia tratamento com codeína para dor pós-operatória. A dor não melhora.
Qual enzima está envolvida nessa interação?
✅ Resposta: B 💡 A CYP2D6 é a enzima que converte codeína em morfina. A fluoxetina inibe a CYP2D6, bloqueando essa conversão.
Q17. Paciente de 25 anos, com doença de Parkinson, usa rifampicina e também toma contraceptivo oral. Efeito reduzido do contraceptivo oral.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: B 💡 Rifampicina é INDUTOR enzimático. Acelera a metabolização do contraceptivo, reduzindo o efeito. É interação clássica!
Q18. Paciente de 54 anos usa fenobarbital e também toma varfarina. Efeito reduzido do varfarina.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: B 💡 Fenobarbital é INDUTOR enzimático. Acelera a metabolização da varfarina, reduzindo o efeito. É interação clássica!
Q19. Paciente de 30 anos usa carbamazepina e também toma clonazepam. Efeito reduzido do clonazepam.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: B 💡 Carbamazepina é INDUTOR enzimático. Acelera a metabolização do clonazepam, reduzindo o efeito. É interação clássica!
Q20. Paciente de 47 anos, diabético. Sobre o conceito de recirculação êntero-hepática de fármacos:
Qual a consequência clínica desse processo?
✅ Resposta: B 💡 Na recirculação êntero-hepática, o fármaco é reabsorvido e retorna à circulação. Isso PROLONGA a meia-vida e a duração do efeito.
Q21. Paciente idoso (67 anos) com redução de massa muscular inicia fármaco com alto Vd para músculo.
O que acontece com a meia-vida?
✅ Resposta: B 💡 Com menos músculo, menor volume de distribuição. Com menor Vd, maior concentração plasmática → eliminação mais rápida → meia-vida MENOR.
Q22. Paciente de 36 anos em uso de carbamazepina (indutor CYP3A4) inicia clonazepam (substrato CYP3A4).
O que acontece com a concentração plasmática do clonazepam?
✅ Resposta: B 💡 A carbamazepina INDUZ CYP3A4. O clonazepam é metabolizado mais rápido → concentração plasmática DIMINUI → efeito reduzido.
Q23. Paciente de 37 anos em uso de fluoxetina inicia tratamento com codeína para dor pós-operatória. A dor não melhora.
Qual enzima está envolvida nessa interação?
✅ Resposta: B 💡 A CYP2D6 é a enzima que converte codeína em morfina. A fluoxetina inibe a CYP2D6, bloqueando essa conversão.
Q24. Sobre a dapagliflozina, usada em diabetes tipo 2 e ICC:
Qual seu mecanismo?
✅ Resposta: A 💡 Dapagliflozina inibe SGLT-2 nos túbulos renais. Resultado: mais glicose e sódio na urina. Benefícios: reduz glicemia e internações por ICC.
Q25. Paciente de 64 anos, com hipotireoidismo. Sobre a dapagliflozina, usada em diabetes tipo 2 e ICC:
Qual seu mecanismo?
✅ Resposta: A 💡 Dapagliflozina inibe SGLT-2 nos túbulos renais. Resultado: mais glicose e sódio na urina. Benefícios: reduz glicemia e internações por ICC.
Q26. Paciente de 42 anos, com arritmia cardíaca. Sobre a dapagliflozina, usada em diabetes tipo 2 e ICC:
Qual seu mecanismo?
✅ Resposta: A 💡 Dapagliflozina inibe SGLT-2 nos túbulos renais. Resultado: mais glicose e sódio na urina. Benefícios: reduz glicemia e internações por ICC.
Q27. Paciente de 76 anos, com arritmia cardíaca. Sobre a dapagliflozina, usada em diabetes tipo 2 e ICC:
Qual seu mecanismo?
✅ Resposta: A 💡 Dapagliflozina inibe SGLT-2 nos túbulos renais. Resultado: mais glicose e sódio na urina. Benefícios: reduz glicemia e internações por ICC.
Q28. Sobre opioides no manejo dor moderada-intensa:
Tema: Farmacodinâmica — Agonistas e Antagonistas (Questões 37-54)
Q37.📋 QUESTÃO LITERAL DA PROVA Paciente de 32 anos, com diagnóstico de transtorno afetivo bipolar, será iniciado em tratamento com lítio. Durante a consulta, o médico solicita exames laboratoriais prévios, incluindo função renal e tireoidiana. Ele orienta que será necessário realizar acompanhamento periódico da litemia, já que o lítio tem índice terapêutico estreito, o que significa que:
Assinale a alternativa correta:
✅ Resposta: D 💡 Índice terapêutico estreito = a dose que faz efeito é MUITO PRÓXIMA da dose que causa toxicidade. Por isso precisa monitorar a litemia constantemente. Pequenas variações na dose podem causar intoxicação.
Q38.📋 QUESTÃO LITERAL DA PROVA Um paciente apresenta dor musculoesquelética após um traumatismo e será iniciado em tratamento com naproxeno 250 mg. Durante a consulta, ele comenta que sua esposa, que sofre de episódios recorrentes de lombalgia mecânica, faz uso de ibuprofeno 400 mg para alívio da dor. O médico esclarece que, nessas doses, ambos os fármacos tendem a produzir efeitos analgésicos semelhantes.
Com base nessas informações do caso clínico, podemos afirmar que:
✅ Resposta: D 💡 Potência = quanto de dose precisa para ter o efeito. Naproxeno 250mg = Ibuprofeno 400mg no efeito analgésico. Logo, naproxeno precisa de MENOS dose para o mesmo efeito = é MAIS POTENTE. A eficácia (efeito máximo) é semelhante.
Q39. Paciente asmático usa formoterol (agonista beta-2 de longa duração). É internado e recebe atenolol para controle de arritmia. O paciente desenvolve broncoespasmo.
Sobre essa interação, é correto afirmar:
✅ Resposta: A 💡 O atenolol é beta-1 seletivo, mas a seletividade não é absoluta. Em doses mais altas, pode bloquear receptores beta-2 nos brônquios, causando broncoconstrição em pacientes asmáticos. É diferente do propranolol (não seletivo), mas o princípio é parecido.
Q40. Paciente de 28 anos com epilepsia usa fenitoína. Seus exames mostram nível sérico de 25 mcg/mL (faixa terapêutica: 10-20 mcg/mL). Apresenta nistagmo e ataxia.
Sobre o índice terapêutico da fenitoína:
✅ Resposta: B 💡 Assim como o lítio, a fenitoína tem índice terapêutico ESTREITO: a dose que funciona é muito próxima da dose tóxica. Por isso precisa dosar o nível sérico regularmente. Sinais de toxicidade: nistagmo, ataxia, confusão.
Q41. Paciente usa digoxina (índice terapêutico estreito). Nível sérico: 2.8 (faixa: 0.5-2.0). Apresenta arritmia.
O que significa índice terapêutico estreito?
✅ Resposta: B 💡 Índice terapêutico estreito = dose terapêutica PRÓXIMA da dose tóxica. Digoxina, lítio, fenitoína e varfarina precisam de monitoramento sérico.
Q42. Paciente usa lítio (índice terapêutico estreito). Nível sérico: 1.2 (faixa: 0.5-1.0). Apresenta tremor.
O que significa índice terapêutico estreito?
✅ Resposta: B 💡 Índice terapêutico estreito = dose terapêutica PRÓXIMA da dose tóxica. Lítio, lítio, fenitoína e varfarina precisam de monitoramento sérico.
Q43. Paciente usa fenitoína (índice terapêutico estreito). Nível sérico: 25 (faixa: 10-20). Apresenta ataxia.
O que significa índice terapêutico estreito?
✅ Resposta: B 💡 Índice terapêutico estreito = dose terapêutica PRÓXIMA da dose tóxica. Fenitoína, lítio, fenitoína e varfarina precisam de monitoramento sérico.
Q44. Paciente usa varfarina (índice terapêutico estreito). Nível sérico: 5 (faixa: 2-3). Apresenta sangramento.
O que significa índice terapêutico estreito?
✅ Resposta: B 💡 Índice terapêutico estreito = dose terapêutica PRÓXIMA da dose tóxica. Varfarina, lítio, fenitoína e varfarina precisam de monitoramento sérico.
Q45. Paciente de 67 anos com dor crônica usa naproxeno 250mg com bom controle. Vizinho usa ibuprofeno 400mg com resultado semelhante.
Como se define a relação entre esses fármacos?
✅ Resposta: C 💡 Potência = quantidade de fármaco necessária. naproxeno 250mg = ibuprofeno 400mg. naproxeno precisa de MENOS dose = é MAIS POTENTE.
Q46. Paciente de 66 anos com dor crônica usa atenolol 50mg com bom controle. Vizinho usa propranolol 80mg com resultado semelhante.
Como se define a relação entre esses fármacos?
✅ Resposta: C 💡 Potência = quantidade de fármaco necessária. atenolol 50mg = propranolol 80mg. atenolol precisa de MENOS dose = é MAIS POTENTE.
Q47. Paciente de 21 anos, com hepatopatia crônica. Paciente usa digoxina (índice terapêutico estreito). Nível sérico: 2.8 (faixa: 0.5-2.0). Apresenta arritmia.
O que significa índice terapêutico estreito?
✅ Resposta: B 💡 Índice terapêutico estreito = dose terapêutica PRÓXIMA da dose tóxica. Digoxina, lítio, fenitoína e varfarina precisam de monitoramento sérico.
Q48. Paciente de 35 anos, em uso de anticoagulante. Paciente usa lítio (índice terapêutico estreito). Nível sérico: 1.2 (faixa: 0.5-1.0). Apresenta tremor.
O que significa índice terapêutico estreito?
✅ Resposta: B 💡 Índice terapêutico estreito = dose terapêutica PRÓXIMA da dose tóxica. Lítio, lítio, fenitoína e varfarina precisam de monitoramento sérico.
Q49. Paciente de 28 anos, obeso (IMC 33). Paciente usa fenitoína (índice terapêutico estreito). Nível sérico: 25 (faixa: 10-20). Apresenta ataxia.
O que significa índice terapêutico estreito?
✅ Resposta: B 💡 Índice terapêutico estreito = dose terapêutica PRÓXIMA da dose tóxica. Fenitoína, lítio, fenitoína e varfarina precisam de monitoramento sérico.
Q50. Paciente de 63 anos, com insuficiência cardíaca classe II. Paciente usa varfarina (índice terapêutico estreito). Nível sérico: 5 (faixa: 2-3). Apresenta sangramento.
O que significa índice terapêutico estreito?
✅ Resposta: B 💡 Índice terapêutico estreito = dose terapêutica PRÓXIMA da dose tóxica. Varfarina, lítio, fenitoína e varfarina precisam de monitoramento sérico.
Q51. Paciente de 68 anos com dor crônica usa naproxeno 250mg com bom controle. Vizinho usa ibuprofeno 400mg com resultado semelhante.
Como se define a relação entre esses fármacos?
✅ Resposta: C 💡 Potência = quantidade de fármaco necessária. naproxeno 250mg = ibuprofeno 400mg. naproxeno precisa de MENOS dose = é MAIS POTENTE.
Q52. Paciente de 61 anos com dor crônica usa atenolol 50mg com bom controle. Vizinho usa propranolol 80mg com resultado semelhante.
Como se define a relação entre esses fármacos?
✅ Resposta: C 💡 Potência = quantidade de fármaco necessária. atenolol 50mg = propranolol 80mg. atenolol precisa de MENOS dose = é MAIS POTENTE.
Q53. Paciente de 21 anos, tabagista há 15 anos. Paciente usa digoxina (índice terapêutico estreito). Nível sérico: 2.8 (faixa: 0.5-2.0). Apresenta arritmia.
O que significa índice terapêutico estreito?
✅ Resposta: B 💡 Índice terapêutico estreito = dose terapêutica PRÓXIMA da dose tóxica. Digoxina, lítio, fenitoína e varfarina precisam de monitoramento sérico.
Q54. Paciente de 33 anos, em uso de anticoagulante. Paciente usa lítio (índice terapêutico estreito). Nível sérico: 1.2 (faixa: 0.5-1.0). Apresenta tremor.
O que significa índice terapêutico estreito?
✅ Resposta: B 💡 Índice terapêutico estreito = dose terapêutica PRÓXIMA da dose tóxica. Lítio, lítio, fenitoína e varfarina precisam de monitoramento sérico.
Tema: Antibióticos (Questões 55-87)
Q55.📋 QUESTÃO LITERAL DA PROVA Os antibióticos são essenciais no tratamento e prevenção de infecções, ajudando a reduzir complicações e mortalidade. Seu uso correto é fundamental para evitar resistência bacteriana. Quando prescritos com critério, contribuem para a segurança e eficácia dos cuidados em saúde.
Sobre os antibióticos, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta:
✅ Resposta: A 💡 Azitromicina é macrolídeo que inibe a síntese proteica bacteriana (liga na subunidade 50S do ribossomo). Cobre bem H. influenzae e clamídias. O aztreonam age em gram-negativos (não positivos). Tetraciclinas inibem síntese proteica (não RNA). Aminoglicosídeos agem em gram-negativos aeróbios.
Q56.📋 QUESTÃO LITERAL DA PROVA No tratamento de infecções bacterianas, vários fatores devem ser levados em consideração, incluindo: possíveis patógenos envolvidos, classe e espectro de ação dos antibióticos, gravidade da infecção e presença de comorbidades.
Com relação aos antibióticos, é correto afirmar que:
✅ Resposta: A 💡 Vancomicina é um glicopeptídeo que inibe a síntese da parede celular bacteriana. Age APENAS contra gram-positivos (incluindo MRSA). Carbapenêmicos têm espectro amplo (não só gram-negativos). Neomicina inibe síntese proteica (não parede). Fosfomicina inibe síntese de parede.
Q57.📋 QUESTÃO LITERAL DA PROVA Paciente de 63 anos apresenta infecção do trato urinário complicada, com febre e dor lombar. Exames laboratoriais confirmam infecção bacteriana, sendo iniciado tratamento com uma cefalosporina.
Com relação a essa classe de antibióticos, analise as afirmativas e assinale a correta:
✅ Resposta: A 💡 Ceftolozana é cefalosporina de 5ª geração com atividade contra gram-negativos resistentes (incluindo Pseudomonas). Ceftriaxona é 3ª geração (não 4ª). 3ª geração amplia para gram-negativos (não positivos). Cefalosporinas inibem síntese de parede celular (não membrana).
Q58.📋 QUESTÃO LITERAL DA PROVA Paciente feminina, 69 anos, com antecedente de internação recente por quadro gripal, procurou o pronto atendimento com tosse há sete dias, febre e desconforto respiratório nas últimas 24 horas. Apresentava taquipneia importante, taquicardia e estertores em base pulmonar direita. A radiografia de tórax revelou consolidação em lobo inferior direito, confirmando o diagnóstico de pneumonia.
Sobre a antibioticoterapia a ser instituída, analise as afirmativas e assinale a alternativa correta:
✅ Resposta: A 💡 Amoxicilina + clavulanato é boa escolha ambulatorial para pneumonia comunitária. O clavulanato inibe as betalactamases, protegendo a amoxicilina. Ceftriaxona não cobre micoplasma. Aminopenicilinas ampliam para gram-negativos (não positivos). Claritromicina é macrolídeo (inibe síntese proteica, não parede).
Q59. Paciente de 70 anos com infecção urinária recebe gentamicina (aminoglicosídeo). Após 5 dias, apresenta diminuição da audição.
Sobre os aminoglicosídeos, é correto afirmar:
✅ Resposta: A 💡 Aminoglicosídeos (gentamicina, amicacina) inibem a síntese proteica bacteriana (subunidade 30S). Agem principalmente contra gram-negativos aeróbios. Efeitos adversos importantes: ototoxicidade (dano ao ouvido) e nefrotoxicidade (dano renal).
Q60. Médico prescreve cefalexina (cefalosporina de 1ª geração) para infecção de pele por Staphylococcus aureus sensível à meticilina.
Sobre as gerações das cefalosporinas, é correto:
✅ Resposta: A 💡 Regra geral das cefalosporinas: 1ª geração = melhor contra gram-positivos. Conforme vai aumentando a geração (2ª, 3ª, 4ª, 5ª), vai AMPLIANDO a cobertura para gram-negativos. 5ª geração (Ceftolozana) cobre gram-negativos resistentes.
Q61. Paciente de 50 anos recebe amoxicilina 500mg e clavulanato 125mg para sinusite bacteriana.
Qual é a função do clavulanato nessa associação?
✅ Resposta: B 💡 O clavulanato é um INIBIDOR DE BETALACTAMASES. Algumas bactérias produzem betalactamases que destroem a amoxicilina. O clavulanato bloqueia essas enzimas, protegendo a amoxicilina e permitindo que ela faça efeito.
Q62. Paciente de 28 anos, HIV positivo, com CD4 < 200 células/mm³, apresenta febre, tosse e infiltrados intersticiais bilaterais no RX de tórax. Inicia-se sulfametoxazol + trimetoprima.
Qual o mecanismo de ação dessa combinação?
✅ Resposta: B 💡 Sulfametoxazol + trimetoprima atuam em DUPLO BLOQUEIO da síntese de ácido fólico: sulfametoxazol inibe a di-hidropterotato sintetase e trimetoprima inibe a di-hidrofolato redutase. Usado para Pneumocystis jirovecii em HIV com CD4 baixo.
Q63. Paciente de 65 anos com pneumonia adquirida na comunidade, internado em enfermaria, será tratado com quinolona respiratória.
Qual é um exemplo de quinolona respiratória e seu mecanismo de ação?
✅ Resposta: B 💡 Quinolonas respiratórias: levofloxacino e moxifloxacino. Mecanismo: inibem a síntese de DNA bacteriano por inibição das topoisomerases (DNA girase e topoisomerase IV). Diferente do ciprofloxacino que não é considerado 'respiratória'.
Q64. Paciente de 65 anos com pneumonia hospitalar por MRSA é tratado com linezolida.
Qual o mecanismo de ação da linezolida?
✅ Resposta: B 💡 A linezolida é uma oxazolidinona que inibe a síntese proteica bacteriana. Ela impede a formação do complexo de iniciação da tradução ligando-se à subunidade 50S do ribossomo. É uma das opções para MRSA.
Q65. Sobre a diferença entre as quinolonas de 2ª e 3ª geração:
Qual a principal diferença de espectro?
✅ Resposta: C 💡 As quinolonas de 3ª geração (como levofloxacino) são chamadas 'respiratórias' porque ampliaram o espectro para gram-POSITIVOS, especialmente Streptococcus pneumoniae. A 2ª geração (ciprofloxacino) cobre mais gram-negativos.
Q66. Paciente de 71 anos com infecção por gram-negativos resistentes recebe tratamento com cefalexina (cefalosporina de 1ª geração).
Qual o espectro principal dessa geração?
✅ Resposta: A 💡 Cefalexina é cefalosporina de 1ª geração. Espectro: gram-positivos.
Q67. Paciente de 64 anos com infecção por gram-negativos resistentes recebe tratamento com cefuroxima (cefalosporina de 2ª geração).
Qual o espectro principal dessa geração?
✅ Resposta: A 💡 Cefuroxima é cefalosporina de 2ª geração. Espectro: gram-positivos e alguns gram-negativos.
Q68. Paciente de 50 anos com infecção por gram-negativos resistentes recebe tratamento com ceftriaxona (cefalosporina de 3ª geração).
Qual o espectro principal dessa geração?
✅ Resposta: A 💡 Ceftriaxona é cefalosporina de 3ª geração. Espectro: gram-negativos (Neisseria, enterobactérias).
Q69. Paciente de 50 anos com infecção por gram-negativos resistentes recebe tratamento com cefepima (cefalosporina de 4ª geração).
Qual o espectro principal dessa geração?
✅ Resposta: A 💡 Cefepima é cefalosporina de 4ª geração. Espectro: amplo espectro incluindo Pseudomonas.
Q70. Paciente de 66 anos com infecção por gram-negativos resistentes recebe tratamento com ceftolozana (cefalosporina de 5ª geração).
Qual o espectro principal dessa geração?
✅ Resposta: A 💡 Ceftolozana é cefalosporina de 5ª geração. Espectro: gram-negativos resistentes MDR.
Q71. Paciente de 59 anos com pneumonia comunitária grave. Qual associação antibiótica é adequada para enfermaria?
Assinale a alternativa correta:
✅ Resposta: B 💡 Para pneumonia comunitária grave em enfermaria, a diretriz recomenda: ceftriaxona + macrolídeo.
Q72. Paciente de 65 anos com infecção intra-abdominal. Qual associação antibiótica é adequada para UTI?
Assinale a alternativa correta:
✅ Resposta: B 💡 Para infecção intra-abdominal em UTI, a diretriz recomenda: ceftriaxona + metronidazol.
Q73. Paciente de 42 anos com meningite bacteriana recebe vancomicina IV.
Sobre a vancomicina, é correto afirmar:
✅ Resposta: B 💡 Vancomicina é GLICOPEPTÍDEO. Mecanismo: inibe síntese da parede celular. Espectro: gram-positivos, incluindo MRSA.
Q74. Paciente de 37 anos com infecção por gram-negativos resistentes recebe tratamento com cefalexina (cefalosporina de 1ª geração).
Qual o espectro principal dessa geração?
✅ Resposta: A 💡 Cefalexina é cefalosporina de 1ª geração. Espectro: gram-positivos.
Q75. Paciente de 73 anos com infecção por gram-negativos resistentes recebe tratamento com cefuroxima (cefalosporina de 2ª geração).
Qual o espectro principal dessa geração?
✅ Resposta: A 💡 Cefuroxima é cefalosporina de 2ª geração. Espectro: gram-positivos e alguns gram-negativos.
Q76. Paciente de 60 anos com infecção por gram-negativos resistentes recebe tratamento com ceftriaxona (cefalosporina de 3ª geração).
Qual o espectro principal dessa geração?
✅ Resposta: A 💡 Ceftriaxona é cefalosporina de 3ª geração. Espectro: gram-negativos (Neisseria, enterobactérias).
Q77. Paciente de 56 anos com infecção por gram-negativos resistentes recebe tratamento com cefepima (cefalosporina de 4ª geração).
Qual o espectro principal dessa geração?
✅ Resposta: A 💡 Cefepima é cefalosporina de 4ª geração. Espectro: amplo espectro incluindo Pseudomonas.
Q78. Paciente de 56 anos com infecção por gram-negativos resistentes recebe tratamento com ceftolozana (cefalosporina de 5ª geração).
Qual o espectro principal dessa geração?
✅ Resposta: A 💡 Ceftolozana é cefalosporina de 5ª geração. Espectro: gram-negativos resistentes MDR.
Q79. Paciente de 58 anos com pneumonia comunitária grave. Qual associação antibiótica é adequada para enfermaria?
Assinale a alternativa correta:
✅ Resposta: B 💡 Para pneumonia comunitária grave em enfermaria, a diretriz recomenda: ceftriaxona + macrolídeo.
Q80. Paciente de 60 anos com infecção intra-abdominal. Qual associação antibiótica é adequada para UTI?
Assinale a alternativa correta:
✅ Resposta: B 💡 Para infecção intra-abdominal em UTI, a diretriz recomenda: ceftriaxona + metronidazol.
Q81. Paciente de 21 anos com meningite bacteriana recebe vancomicina IV.
Sobre a vancomicina, é correto afirmar:
✅ Resposta: B 💡 Vancomicina é GLICOPEPTÍDEO. Mecanismo: inibe síntese da parede celular. Espectro: gram-positivos, incluindo MRSA.
Q82. Paciente de 61 anos com infecção por gram-negativos resistentes recebe tratamento com cefalexina (cefalosporina de 1ª geração).
Qual o espectro principal dessa geração?
✅ Resposta: A 💡 Cefalexina é cefalosporina de 1ª geração. Espectro: gram-positivos.
Q83. Paciente de 48 anos com infecção por gram-negativos resistentes recebe tratamento com cefuroxima (cefalosporina de 2ª geração).
Qual o espectro principal dessa geração?
✅ Resposta: A 💡 Cefuroxima é cefalosporina de 2ª geração. Espectro: gram-positivos e alguns gram-negativos.
Q84. Paciente de 63 anos com infecção por gram-negativos resistentes recebe tratamento com ceftriaxona (cefalosporina de 3ª geração).
Qual o espectro principal dessa geração?
✅ Resposta: A 💡 Ceftriaxona é cefalosporina de 3ª geração. Espectro: gram-negativos (Neisseria, enterobactérias).
Q85. Paciente de 66 anos com infecção por gram-negativos resistentes recebe tratamento com cefepima (cefalosporina de 4ª geração).
Qual o espectro principal dessa geração?
✅ Resposta: A 💡 Cefepima é cefalosporina de 4ª geração. Espectro: amplo espectro incluindo Pseudomonas.
Q86. Paciente de 68 anos com infecção por gram-negativos resistentes recebe tratamento com ceftolozana (cefalosporina de 5ª geração).
Qual o espectro principal dessa geração?
✅ Resposta: A 💡 Ceftolozana é cefalosporina de 5ª geração. Espectro: gram-negativos resistentes MDR.
Q87. Paciente de 71 anos, alérgico a penicilina. Adolescente chega ao pronto-atendimento após relação sexual desprotegida na noite anterior. Está na fase pós-ovulação.
Sobre a 'pílula do dia seguinte':
✅ Resposta: B 💡 Na fase pós-ovulação, levonorgestrel modifica muco cervical (espesso), endométrio e tubas. Impede fertilização. NÃO é abortivo.
Tema: Anti-inflamatórios e AINEs (Questões 88-97)
Q88. Paciente de 67 anos com osteoartrose e risco CV usa celecoxibe.
Problema em risco CV?
✅ Resposta: D 💡 Celecoxibe = inibidor COX-2 SELETIVO. COX-2 produz prostaciclina (antiagregante). Ao inibir → menos prostaciclina → predomínio tromboxano → MAIOR risco trombos. Cuidado risco CV!
Q89. Paciente hipertenso em losartana precisa anti-inflamatório para dor.
Como AINEs afetam função renal?
✅ Resposta: A 💡 Prostaglandinas (PGE2) mantêm vasodilatação arteríola AFERENTE renal. AINEs inibem COXs → menos prostaglandinas → vasoconstrição aferente → REDUÇÃO fluxo renal. Perigoso hipertensos e IRC.
Q90. Paciente de 56 anos com osteoartrose e risco CV usa celecoxibe.
Problema em risco CV?
✅ Resposta: D 💡 Celecoxibe = inibidor COX-2 SELETIVO. COX-2 produz prostaciclina (antiagregante). Ao inibir → menos prostaciclina → predomínio tromboxano → MAIOR risco trombos. Cuidado risco CV!
Q91. Paciente de 47 anos, portador de DPOC. Paciente hipertenso em losartana precisa anti-inflamatório para dor.
Como AINEs afetam função renal?
✅ Resposta: A 💡 Prostaglandinas (PGE2) mantêm vasodilatação arteríola AFERENTE renal. AINEs inibem COXs → menos prostaglandinas → vasoconstrição aferente → REDUÇÃO fluxo renal. Perigoso hipertensos e IRC.
Q92. Paciente de 70 anos com osteoartrose e risco CV usa celecoxibe.
Problema em risco CV?
✅ Resposta: D 💡 Celecoxibe = inibidor COX-2 SELETIVO. COX-2 produz prostaciclina (antiagregante). Ao inibir → menos prostaciclina → predomínio tromboxano → MAIOR risco trombos. Cuidado risco CV!
Q93. Paciente de 29 anos, com arritmia cardíaca. Paciente hipertenso em losartana precisa anti-inflamatório para dor.
Como AINEs afetam função renal?
✅ Resposta: A 💡 Prostaglandinas (PGE2) mantêm vasodilatação arteríola AFERENTE renal. AINEs inibem COXs → menos prostaglandinas → vasoconstrição aferente → REDUÇÃO fluxo renal. Perigoso hipertensos e IRC.
Q94. Paciente de 57 anos com osteoartrose e risco CV usa celecoxibe.
Problema em risco CV?
✅ Resposta: D 💡 Celecoxibe = inibidor COX-2 SELETIVO. COX-2 produz prostaciclina (antiagregante). Ao inibir → menos prostaciclina → predomínio tromboxano → MAIOR risco trombos. Cuidado risco CV!
Q95. Paciente de 25 anos, com artrite reumatoide. Paciente hipertenso em losartana precisa anti-inflamatório para dor.
Como AINEs afetam função renal?
✅ Resposta: A 💡 Prostaglandinas (PGE2) mantêm vasodilatação arteríola AFERENTE renal. AINEs inibem COXs → menos prostaglandinas → vasoconstrição aferente → REDUÇÃO fluxo renal. Perigoso hipertensos e IRC.
Q96. Paciente de 69 anos com osteoartrose e risco CV usa celecoxibe.
Problema em risco CV?
✅ Resposta: D 💡 Celecoxibe = inibidor COX-2 SELETIVO. COX-2 produz prostaciclina (antiagregante). Ao inibir → menos prostaciclina → predomínio tromboxano → MAIOR risco trombos. Cuidado risco CV!
Q97. Paciente de 79 anos, com insuficiência cardíaca classe II. Paciente hipertenso em losartana precisa anti-inflamatório para dor.
Como AINEs afetam função renal?
✅ Resposta: A 💡 Prostaglandinas (PGE2) mantêm vasodilatação arteríola AFERENTE renal. AINEs inibem COXs → menos prostaglandinas → vasoconstrição aferente → REDUÇÃO fluxo renal. Perigoso hipertensos e IRC.
Tema: Sistema Cardiovascular (Questões 98-135)
Q98. Paciente de 42 anos usa enalapril para hipertensão. Após 3 semanas, desenvolve tosse seca persistente. O médico troca por losartana e a tosse melhora.
Qual mecanismo explica a tosse com enalapril?
✅ Resposta: B 💡 Os iECA (como enalapril) inibem a enzima conversora de angiotensina, que também degrada a bradicinina. A bradicinina se ACUMULA e irrita as vias aéreas → tosse seca. Losartana (BRA) não afeta a bradicinina, por isso não causa tosse.
Q99.📋 QUESTÃO LITERAL DA PROVA Nas Forças Armadas há um grande número de mergulhadores treinados a submergir em águas profundas. Para tanto, utilizam cilindros de oxigênio contendo uma mistura de diferentes gases, às vezes com concentração maior que 21% de oxigênio. Esta composição e o excesso de O2 podem causar hipertensão arterial pulmonar (HAP) a médio e longo prazo nestes usuários expostos continuamente. Para o tratamento da HAP há medicações específicas, contudo de alto custo.
Assinale a alternativa onde consta o fármaco que diminui a HAP e seu respectivo mecanismo de ação:
✅ Resposta: B 💡 Sildenafila inibe a fosfodiesterase-5 (PDE-5), que degrada o GMPc. Com mais GMPc, há vasodilatação pulmonar → redução da pressão na artéria pulmonar. Também usada para disfunção erétil pelo mesmo mecanismo.
Q100.📋 QUESTÃO LITERAL DA PROVA Paciente feminino, 73 anos, portador de ICC, angina, dislipidemia, diabetes e hipertensão. Usa carvedilol, hidroclorotiazida, amlodipina, AAS e nitrato. Pressão arterial se mantém alta. Foi adicionado enalapril, obteve bom controle, mas passou a apresentar tosse seca irritativa e coceira na garganta.
Assinale a alternativa correta sobre este caso:
✅ Resposta: A 💡 A tosse seca é efeito adverso clássico dos iECA (enalapril, captopril, etc.). Mecanismo: os iECA inibem a degradação da bradicinina → acúmulo de bradicinina → irritação das vias aéreas → tosse. Conduta: trocar por BRA (losartana).
Q101. Paciente masculino, 83 anos, com HAS, ICC e insuficiência coronária. Usa enalapril, carvedilol, sinvastatina, propatilnitrato, AAS, furosemida e espironolactona. Apresenta prostatismo. O urologista prescreveu tansulosina, mas por ser cara, trocou por prasozina. Na primeira dose, apresentou hipotensão arterial, hipotensão ortostática, tontura e quase caiu no banheiro.
Assinale a alternativa que explica o evento hipotensor:
✅ Resposta: A 💡 Prazosina é bloqueador ALFA-1 adrenérgico: causa vasodilatação → queda da PA. O efeito hipotensor foi potencializado porque o paciente já usava vários anti-hipertensivos (enalapril, carvedilol=beta+alfa bloqueador, furosemida). 'Efeito primeira dose' é clássico dos alfa-bloqueadores.
Q102. Paciente de 52 anos com ICC classe III. O médico associa sacubitril/valsartana ao tratamento.
Sobre essa associação, é correto afirmar:
✅ Resposta: A 💡 Valsartana = BRA. Sacubitril = inibidor da neprilisina. Resultado: mais peptídeos natriuréticos → vasodilatação + natriurese → reduz pré e pós-carga na ICC.
Q103. Paciente de 71 anos com TEP recebe Enoxaparina na internação e alta com Rivaroxabana.
Qual a diferença?
✅ Resposta: A 💡 Semelhança: ambos inibem Xa. Diferença: Enoxaparina (LMWH) inibe Xa + trombina parcial; Rivaroxabana (DOAC) inibe Xa seletivo.
Q104. Paciente de 77 anos com TEP recebe Apixabana na internação e alta com Dabigatrana.
Qual a diferença?
✅ Resposta: A 💡 Semelhança: ambos inibem Xa. Diferença: Apixabana (DOAC) inibe Xa seletivo; Dabigatrana (DOAC) inibe Trombina direto.
Q105. Paciente de 62 anos com síndrome metabólica inicia rosuvastatina. Após semanas, dores musculares e elevação de CPK.
O que explica?
✅ Resposta: A 💡 Rabdomiólise é efeito adverso das estatinas. Lesão da musculatura estriada libera CPK. Suspender e monitorar.
Q106. Na UTI, paciente com ICC grave recebe um inotrópico.
Qual é agonista beta-1?
✅ Resposta: C 💡 Dobutamina = agonista BETA-1. Aumenta força de contração cardíaca. Usada na UTI para ICC.
Q107. Paciente de 51 anos com ICC classe III. O médico associa sacubitril/valsartana ao tratamento.
Sobre essa associação, é correto afirmar:
✅ Resposta: A 💡 Valsartana = BRA. Sacubitril = inibidor da neprilisina. Resultado: mais peptídeos natriuréticos → vasodilatação + natriurese → reduz pré e pós-carga na ICC.
Q108. Paciente de 68 anos com TEP recebe Enoxaparina na internação e alta com Rivaroxabana.
Qual a diferença?
✅ Resposta: A 💡 Semelhança: ambos inibem Xa. Diferença: Enoxaparina (LMWH) inibe Xa + trombina parcial; Rivaroxabana (DOAC) inibe Xa seletivo.
Q109. Paciente de 60 anos com TEP recebe Apixabana na internação e alta com Dabigatrana.
Qual a diferença?
✅ Resposta: A 💡 Semelhança: ambos inibem Xa. Diferença: Apixabana (DOAC) inibe Xa seletivo; Dabigatrana (DOAC) inibe Trombina direto.
Q110. Paciente de 51 anos com síndrome metabólica inicia rosuvastatina. Após semanas, dores musculares e elevação de CPK.
O que explica?
✅ Resposta: A 💡 Rabdomiólise é efeito adverso das estatinas. Lesão da musculatura estriada libera CPK. Suspender e monitorar.
Q111. Paciente de 32 anos, com insuficiência cardíaca classe II. Sobre a dapagliflozina, usada em diabetes tipo 2 e ICC:
Qual seu mecanismo?
✅ Resposta: A 💡 Dapagliflozina inibe SGLT-2 nos túbulos renais. Resultado: mais glicose e sódio na urina. Benefícios: reduz glicemia e internações por ICC.
Q112. Paciente de 46 anos, em uso de anticoagulante. Paciente com ICC usa isossorbida mononitrato + hidralazina.
Como melhora o débito cardíaco?
✅ Resposta: A 💡 Isossorbida = NO → venodilatação → reduz pré-carga. Hidralazina = arteriodilatação → reduz pós-carga. Coração trabalha com menos carga.
Q113. Paciente de 48 anos, com doença de Parkinson. Na UTI, paciente com ICC grave recebe um inotrópico.
Qual é agonista beta-1?
✅ Resposta: C 💡 Dobutamina = agonista BETA-1. Aumenta força de contração cardíaca. Usada na UTI para ICC.
Q114. Paciente de 55 anos com ICC classe III. O médico associa sacubitril/valsartana ao tratamento.
Sobre essa associação, é correto afirmar:
✅ Resposta: A 💡 Valsartana = BRA. Sacubitril = inibidor da neprilisina. Resultado: mais peptídeos natriuréticos → vasodilatação + natriurese → reduz pré e pós-carga na ICC.
Q115. Paciente de 78 anos com TEP recebe Enoxaparina na internação e alta com Rivaroxabana.
Qual a diferença?
✅ Resposta: A 💡 Semelhança: ambos inibem Xa. Diferença: Enoxaparina (LMWH) inibe Xa + trombina parcial; Rivaroxabana (DOAC) inibe Xa seletivo.
Q116. Paciente de 76 anos com TEP recebe Apixabana na internação e alta com Dabigatrana.
Qual a diferença?
✅ Resposta: A 💡 Semelhança: ambos inibem Xa. Diferença: Apixabana (DOAC) inibe Xa seletivo; Dabigatrana (DOAC) inibe Trombina direto.
Q117. Paciente de 50 anos com síndrome metabólica inicia rosuvastatina. Após semanas, dores musculares e elevação de CPK.
O que explica?
✅ Resposta: A 💡 Rabdomiólise é efeito adverso das estatinas. Lesão da musculatura estriada libera CPK. Suspender e monitorar.
Q118. Paciente de 29 anos, com IRC estágio III. Na UTI, paciente com ICC grave recebe um inotrópico.
Qual é agonista beta-1?
✅ Resposta: C 💡 Dobutamina = agonista BETA-1. Aumenta força de contração cardíaca. Usada na UTI para ICC.
Q119. Paciente de 63 anos com ICC classe III. O médico associa sacubitril/valsartana ao tratamento.
Sobre essa associação, é correto afirmar:
✅ Resposta: A 💡 Valsartana = BRA. Sacubitril = inibidor da neprilisina. Resultado: mais peptídeos natriuréticos → vasodilatação + natriurese → reduz pré e pós-carga na ICC.
Q120. Paciente de 64 anos com TEP recebe Enoxaparina na internação e alta com Rivaroxabana.
Qual a diferença?
✅ Resposta: A 💡 Semelhança: ambos inibem Xa. Diferença: Enoxaparina (LMWH) inibe Xa + trombina parcial; Rivaroxabana (DOAC) inibe Xa seletivo.
Q121. Paciente de 78 anos com TEP recebe Apixabana na internação e alta com Dabigatrana.
Qual a diferença?
✅ Resposta: A 💡 Semelhança: ambos inibem Xa. Diferença: Apixabana (DOAC) inibe Xa seletivo; Dabigatrana (DOAC) inibe Trombina direto.
Q122. Paciente de 44 anos, obeso (IMC 33), com síndrome metabólica inicia rosuvastatina. Após semanas, dores musculares e elevação de CPK.
O que explica?
✅ Resposta: A 💡 Rabdomiólise é efeito adverso das estatinas. Lesão da musculatura estriada libera CPK. Suspender e monitorar.
Q123. Paciente de 71 anos, diabético. Na UTI, paciente com ICC grave recebe um inotrópico.
Qual é agonista beta-1?
✅ Resposta: C 💡 Dobutamina = agonista BETA-1. Aumenta força de contração cardíaca. Usada na UTI para ICC.
Q124. Paciente de 66 anos, com lupus eritematoso sistêmico, com ICC classe III. O médico associa sacubitril/valsartana ao tratamento.
Sobre essa associação, é correto afirmar:
✅ Resposta: A 💡 Valsartana = BRA. Sacubitril = inibidor da neprilisina. Resultado: mais peptídeos natriuréticos → vasodilatação + natriurese → reduz pré e pós-carga na ICC.
Q125. Paciente de 63 anos com TEP recebe Enoxaparina na internação e alta com Rivaroxabana.
Qual a diferença?
✅ Resposta: A 💡 Semelhança: ambos inibem Xa. Diferença: Enoxaparina (LMWH) inibe Xa + trombina parcial; Rivaroxabana (DOAC) inibe Xa seletivo.
Q126. Paciente de 25 anos, com insuficiência cardíaca classe II, com TEP recebe Apixabana na internação e alta com Dabigatrana.
Qual a diferença?
✅ Resposta: A 💡 Semelhança: ambos inibem Xa. Diferença: Apixabana (DOAC) inibe Xa seletivo; Dabigatrana (DOAC) inibe Trombina direto.
Q127. Paciente de 38 anos, em uso de imunossupressor, com síndrome metabólica inicia rosuvastatina. Após semanas, dores musculares e elevação de CPK.
O que explica?
✅ Resposta: A 💡 Rabdomiólise é efeito adverso das estatinas. Lesão da musculatura estriada libera CPK. Suspender e monitorar.
Q128. Paciente de 65 anos, tabagista há 15 anos. Na UTI, paciente com ICC grave recebe um inotrópico.
Qual é agonista beta-1?
✅ Resposta: C 💡 Dobutamina = agonista BETA-1. Aumenta força de contração cardíaca. Usada na UTI para ICC.
Q129. Paciente de 28 anos, em uso de anticoagulante. Adolescente chega ao pronto-atendimento após relação sexual desprotegida na noite anterior. Está na fase pós-ovulação.
Sobre a 'pílula do dia seguinte':
✅ Resposta: B 💡 Na fase pós-ovulação, levonorgestrel modifica muco cervical (espesso), endométrio e tubas. Impede fertilização. NÃO é abortivo.
Q130. Terbinafina é antifúngico para onicomicoses.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: A 💡 Terbinafina inibe esqualeno epoxidase → bloqueia síntese ERGOSTEROL (essencial membrana fúngica). Sem ergosterol, membrana perde integridade.
Q131. Paciente de 82 anos, com insuficiência cardíaca classe II. Terbinafina é antifúngico para onicomicoses.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: A 💡 Terbinafina inibe esqualeno epoxidase → bloqueia síntese ERGOSTEROL (essencial membrana fúngica). Sem ergosterol, membrana perde integridade.
Q132. Paciente de 63 anos, com insuficiência cardíaca classe II. Paciente hipertenso usa pantoprazol diariamente.
Tema: SNC — Anestésicos, Anticonvulsivantes e Neurologia (Questões 136-198)
Q136. Qual anestésico endovenoso tem despertar rápido, não deposita em tecido adiposo, sem antídoto, potencializa GABA-A?
Assinale:
✅ Resposta: D 💡 Propofol = anestésico IV ideal: despertar rápido com lucidez, não deposita em adiposo, risco hipotensão. Potencializa GABA-A → hiperpolarização neuronal.
Q137. Paciente de 29 anos com esquizofrenia usa haloperidol. Apresenta rigidez e tremores.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: A 💡 Haloperidol = antipsicótico TÍPICO, antagonista D2. Bloqueia mesolímbica (melhora psicose) mas também nigroestriatal (EPS: rigidez, tremor).
Q138. Na UTI, paciente necessita sedação com baixo risco de depressão respiratória. Escolhe-se dexmedetomidina.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: A 💡 Dexmedetomidina = agonista ALFA-2 SNC. Age no LOCUS CERULEUS (modula vigília). Vantagem: sedação+analgesia sem depressão respiratória.
Q139. Paciente de 25 anos, em uso de anticoagulante. Qual anestésico endovenoso tem despertar rápido, não deposita em tecido adiposo, sem antídoto, potencializa GABA-A?
Assinale:
✅ Resposta: D 💡 Propofol = anestésico IV ideal: despertar rápido com lucidez, não deposita em adiposo, risco hipotensão. Potencializa GABA-A → hiperpolarização neuronal.
Q140. Paciente de 37 anos com esquizofrenia usa haloperidol. Apresenta rigidez e tremores.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: A 💡 Haloperidol = antipsicótico TÍPICO, antagonista D2. Bloqueia mesolímbica (melhora psicose) mas também nigroestriatal (EPS: rigidez, tremor).
Q141. Paciente de 49 anos, com arritmia cardíaca. Na UTI, paciente necessita sedação com baixo risco de depressão respiratória. Escolhe-se dexmedetomidina.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: A 💡 Dexmedetomidina = agonista ALFA-2 SNC. Age no LOCUS CERULEUS (modula vigília). Vantagem: sedação+analgesia sem depressão respiratória.
Q142. Paciente de 42 anos, com IRC estágio III. Qual anestésico endovenoso tem despertar rápido, não deposita em tecido adiposo, sem antídoto, potencializa GABA-A?
Assinale:
✅ Resposta: D 💡 Propofol = anestésico IV ideal: despertar rápido com lucidez, não deposita em adiposo, risco hipotensão. Potencializa GABA-A → hiperpolarização neuronal.
Q143. Paciente de 36 anos com esquizofrenia usa haloperidol. Apresenta rigidez e tremores.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: A 💡 Haloperidol = antipsicótico TÍPICO, antagonista D2. Bloqueia mesolímbica (melhora psicose) mas também nigroestriatal (EPS: rigidez, tremor).
Q144. Paciente de 54 anos, em uso de anticoagulante. Na UTI, paciente necessita sedação com baixo risco de depressão respiratória. Escolhe-se dexmedetomidina.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: A 💡 Dexmedetomidina = agonista ALFA-2 SNC. Age no LOCUS CERULEUS (modula vigília). Vantagem: sedação+analgesia sem depressão respiratória.
Q145. Paciente de 44 anos, com hepatopatia crônica. Qual anestésico endovenoso tem despertar rápido, não deposita em tecido adiposo, sem antídoto, potencializa GABA-A?
Assinale:
✅ Resposta: D 💡 Propofol = anestésico IV ideal: despertar rápido com lucidez, não deposita em adiposo, risco hipotensão. Potencializa GABA-A → hiperpolarização neuronal.
Q146. Paciente de 25 anos com esquizofrenia usa haloperidol. Apresenta rigidez e tremores.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: A 💡 Haloperidol = antipsicótico TÍPICO, antagonista D2. Bloqueia mesolímbica (melhora psicose) mas também nigroestriatal (EPS: rigidez, tremor).
Q147. Paciente de 34 anos, diabético. Na UTI, paciente necessita sedação com baixo risco de depressão respiratória. Escolhe-se dexmedetomidina.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: A 💡 Dexmedetomidina = agonista ALFA-2 SNC. Age no LOCUS CERULEUS (modula vigília). Vantagem: sedação+analgesia sem depressão respiratória.
Q148. Paciente de 24 anos, com IRC estágio III. Qual anestésico endovenoso tem despertar rápido, não deposita em tecido adiposo, sem antídoto, potencializa GABA-A?
Assinale:
✅ Resposta: D 💡 Propofol = anestésico IV ideal: despertar rápido com lucidez, não deposita em adiposo, risco hipotensão. Potencializa GABA-A → hiperpolarização neuronal.
Q149. Paciente de 78 anos, com doença de Parkinson, com esquizofrenia usa haloperidol. Apresenta rigidez e tremores.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: A 💡 Haloperidol = antipsicótico TÍPICO, antagonista D2. Bloqueia mesolímbica (melhora psicose) mas também nigroestriatal (EPS: rigidez, tremor).
Q150. Paciente de 45 anos, com lupus eritematoso sistêmico. Na UTI, paciente necessita sedação com baixo risco de depressão respiratória. Escolhe-se dexmedetomidina.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: A 💡 Dexmedetomidina = agonista ALFA-2 SNC. Age no LOCUS CERULEUS (modula vigília). Vantagem: sedação+analgesia sem depressão respiratória.
Q151. Paciente de 67 anos, com insuficiência cardíaca classe II. Qual anestésico endovenoso tem despertar rápido, não deposita em tecido adiposo, sem antídoto, potencializa GABA-A?
Assinale:
✅ Resposta: D 💡 Propofol = anestésico IV ideal: despertar rápido com lucidez, não deposita em adiposo, risco hipotensão. Potencializa GABA-A → hiperpolarização neuronal.
Q152. Paciente de 28 anos com esquizofrenia usa haloperidol. Apresenta rigidez e tremores.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: A 💡 Haloperidol = antipsicótico TÍPICO, antagonista D2. Bloqueia mesolímbica (melhora psicose) mas também nigroestriatal (EPS: rigidez, tremor).
Q153. Paciente de 47 anos, com doença de Parkinson. Na UTI, paciente necessita sedação com baixo risco de depressão respiratória. Escolhe-se dexmedetomidina.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: A 💡 Dexmedetomidina = agonista ALFA-2 SNC. Age no LOCUS CERULEUS (modula vigília). Vantagem: sedação+analgesia sem depressão respiratória.
Q154. Paciente de 34 anos, com história de AVC prévio. Qual anestésico endovenoso tem despertar rápido, não deposita em tecido adiposo, sem antídoto, potencializa GABA-A?
Assinale:
✅ Resposta: D 💡 Propofol = anestésico IV ideal: despertar rápido com lucidez, não deposita em adiposo, risco hipotensão. Potencializa GABA-A → hiperpolarização neuronal.
Q155. Paciente de 32 anos com esquizofrenia usa haloperidol. Apresenta rigidez e tremores.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: A 💡 Haloperidol = antipsicótico TÍPICO, antagonista D2. Bloqueia mesolímbica (melhora psicose) mas também nigroestriatal (EPS: rigidez, tremor).
Q156. Paciente de 70 anos, com hipotireoidismo. Na UTI, paciente necessita sedação com baixo risco de depressão respiratória. Escolhe-se dexmedetomidina.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: A 💡 Dexmedetomidina = agonista ALFA-2 SNC. Age no LOCUS CERULEUS (modula vigília). Vantagem: sedação+analgesia sem depressão respiratória.
Q157. Paciente de 44 anos, em quimioterapia. Qual anestésico endovenoso tem despertar rápido, não deposita em tecido adiposo, sem antídoto, potencializa GABA-A?
Assinale:
✅ Resposta: D 💡 Propofol = anestésico IV ideal: despertar rápido com lucidez, não deposita em adiposo, risco hipotensão. Potencializa GABA-A → hiperpolarização neuronal.
Q158. Paciente de 58 anos, com lupus eritematoso sistêmico, com esquizofrenia usa haloperidol. Apresenta rigidez e tremores.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: A 💡 Haloperidol = antipsicótico TÍPICO, antagonista D2. Bloqueia mesolímbica (melhora psicose) mas também nigroestriatal (EPS: rigidez, tremor).
Q159. O ácido valpróico é primeira linha para várias formas de epilepsia.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: A 💡 Ácido valpróico bloqueia CANAIS DE SÓDIO e CÁLCIO dependentes voltagem, além de aumentar GABA. Primeira linha para epilepsia incluindo crise ausência.
Q160. Paciente de 65 anos com Parkinson usa levodopa há anos e desenvolveu discinesias. Médico associa agonista dopaminérgico.
Qual?
✅ Resposta: C 💡 Pramipexol = agonista DOPAMINA D2/D3. Adjuvante à levodopa para reduzir discinesias. Benserazida = inibidor dopa-descarboxilase.
Q161. Paciente de 52 anos com insônia inicia zolpidem.
Q164. Tolcapona e entacapona são coadjuvantes no Parkinson com levodopa.
Qual mecanismo?
✅ Resposta: A 💡 Tolcapona e entacapona = inibidores COMT. COMT degrada levodopa perifericamente. Ao inibi-la, mais levodopa chega SNC → conversão dopamina.
Q165. Levetiracetam é anticonvulsivante moderna com alta eficácia, sem sedação significativa.
Qual mecanismo?
✅ Resposta: C 💡 Levetiracetam tem mecanismo ÚNICO: liga-se proteína SV2A vesículas sinápticas. Modula liberação neurotransmissores, reduz excitabilidade. NÃO age receptores GABA-A.
Q166. Paciente de 70 anos chega com crise convulsiva tônico-clônica generalizada.
Medicação resgate parenteral?
✅ Resposta: A 💡 Fenitoína IV é opção para crise convulsiva grande mal (status epilepticus). Bloqueia canais sódio voltagem-dependentes. Via IV para resgate rápido.
Q167. Paciente de 53 anos, com hepatopatia crônica. O ácido valpróico é primeira linha para várias formas de epilepsia.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: A 💡 Ácido valpróico bloqueia CANAIS DE SÓDIO e CÁLCIO dependentes voltagem, além de aumentar GABA. Primeira linha para epilepsia incluindo crise ausência.
Q168. Paciente de 71 anos com Parkinson usa levodopa há anos e desenvolveu discinesias. Médico associa agonista dopaminérgico.
Qual?
✅ Resposta: C 💡 Pramipexol = agonista DOPAMINA D2/D3. Adjuvante à levodopa para reduzir discinesias. Benserazida = inibidor dopa-descarboxilase.
Q169. Paciente de 59 anos com insônia inicia zolpidem.
Q172. Paciente de 68 anos, com hepatopatia crônica. Tolcapona e entacapona são coadjuvantes no Parkinson com levodopa.
Qual mecanismo?
✅ Resposta: A 💡 Tolcapona e entacapona = inibidores COMT. COMT degrada levodopa perifericamente. Ao inibi-la, mais levodopa chega SNC → conversão dopamina.
Q173. Paciente de 69 anos, alérgico a penicilina. Levetiracetam é anticonvulsivante moderna com alta eficácia, sem sedação significativa.
Qual mecanismo?
✅ Resposta: C 💡 Levetiracetam tem mecanismo ÚNICO: liga-se proteína SV2A vesículas sinápticas. Modula liberação neurotransmissores, reduz excitabilidade. NÃO age receptores GABA-A.
Q174. Paciente de 62 anos chega com crise convulsiva tônico-clônica generalizada.
Medicação resgate parenteral?
✅ Resposta: A 💡 Fenitoína IV é opção para crise convulsiva grande mal (status epilepticus). Bloqueia canais sódio voltagem-dependentes. Via IV para resgate rápido.
Q175. Paciente de 49 anos, hipertenso. O ácido valpróico é primeira linha para várias formas de epilepsia.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: A 💡 Ácido valpróico bloqueia CANAIS DE SÓDIO e CÁLCIO dependentes voltagem, além de aumentar GABA. Primeira linha para epilepsia incluindo crise ausência.
Q176. Paciente de 66 anos com Parkinson usa levodopa há anos e desenvolveu discinesias. Médico associa agonista dopaminérgico.
Qual?
✅ Resposta: C 💡 Pramipexol = agonista DOPAMINA D2/D3. Adjuvante à levodopa para reduzir discinesias. Benserazida = inibidor dopa-descarboxilase.
Q177. Paciente de 42 anos com insônia inicia zolpidem.
Q180. Paciente de 75 anos, pós-transplante renal. Tolcapona e entacapona são coadjuvantes no Parkinson com levodopa.
Qual mecanismo?
✅ Resposta: A 💡 Tolcapona e entacapona = inibidores COMT. COMT degrada levodopa perifericamente. Ao inibi-la, mais levodopa chega SNC → conversão dopamina.
Q181. Paciente de 73 anos, portador de HIV em TARV. Levetiracetam é anticonvulsivante moderna com alta eficácia, sem sedação significativa.
Qual mecanismo?
✅ Resposta: C 💡 Levetiracetam tem mecanismo ÚNICO: liga-se proteína SV2A vesículas sinápticas. Modula liberação neurotransmissores, reduz excitabilidade. NÃO age receptores GABA-A.
Q182. Paciente de 55 anos chega com crise convulsiva tônico-clônica generalizada.
Medicação resgate parenteral?
✅ Resposta: A 💡 Fenitoína IV é opção para crise convulsiva grande mal (status epilepticus). Bloqueia canais sódio voltagem-dependentes. Via IV para resgate rápido.
Q183. Paciente de 68 anos, portador de DPOC. O ácido valpróico é primeira linha para várias formas de epilepsia.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: A 💡 Ácido valpróico bloqueia CANAIS DE SÓDIO e CÁLCIO dependentes voltagem, além de aumentar GABA. Primeira linha para epilepsia incluindo crise ausência.
Q184. Paciente de 74 anos com Parkinson usa levodopa há anos e desenvolveu discinesias. Médico associa agonista dopaminérgico.
Qual?
✅ Resposta: C 💡 Pramipexol = agonista DOPAMINA D2/D3. Adjuvante à levodopa para reduzir discinesias. Benserazida = inibidor dopa-descarboxilase.
Q185. Paciente de 78 anos, hipertenso, com insônia inicia zolpidem.
Q188. Paciente de 76 anos, pós-transplante renal. Tolcapona e entacapona são coadjuvantes no Parkinson com levodopa.
Qual mecanismo?
✅ Resposta: A 💡 Tolcapona e entacapona = inibidores COMT. COMT degrada levodopa perifericamente. Ao inibi-la, mais levodopa chega SNC → conversão dopamina.
Q189. Paciente de 35 anos, diabético. Levetiracetam é anticonvulsivante moderna com alta eficácia, sem sedação significativa.
Qual mecanismo?
✅ Resposta: C 💡 Levetiracetam tem mecanismo ÚNICO: liga-se proteína SV2A vesículas sinápticas. Modula liberação neurotransmissores, reduz excitabilidade. NÃO age receptores GABA-A.
Q190. Paciente de 80 anos, tabagista há 15 anos, chega com crise convulsiva tônico-clônica generalizada.
Medicação resgate parenteral?
✅ Resposta: A 💡 Fenitoína IV é opção para crise convulsiva grande mal (status epilepticus). Bloqueia canais sódio voltagem-dependentes. Via IV para resgate rápido.
Q191. Paciente de 72 anos, tabagista há 15 anos. O ácido valpróico é primeira linha para várias formas de epilepsia.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: A 💡 Ácido valpróico bloqueia CANAIS DE SÓDIO e CÁLCIO dependentes voltagem, além de aumentar GABA. Primeira linha para epilepsia incluindo crise ausência.
Q192. Paciente de 73 anos com Parkinson usa levodopa há anos e desenvolveu discinesias. Médico associa agonista dopaminérgico.
Qual?
✅ Resposta: C 💡 Pramipexol = agonista DOPAMINA D2/D3. Adjuvante à levodopa para reduzir discinesias. Benserazida = inibidor dopa-descarboxilase.
Q193. Paciente de 65 anos com insônia inicia zolpidem.
Q196. Paciente de 30 anos, com hepatopatia crônica. Tolcapona e entacapona são coadjuvantes no Parkinson com levodopa.
Qual mecanismo?
✅ Resposta: A 💡 Tolcapona e entacapona = inibidores COMT. COMT degrada levodopa perifericamente. Ao inibi-la, mais levodopa chega SNC → conversão dopamina.
Q197. Paciente de 53 anos, em uso de imunossupressor. Levetiracetam é anticonvulsivante moderna com alta eficácia, sem sedação significativa.
Qual mecanismo?
✅ Resposta: C 💡 Levetiracetam tem mecanismo ÚNICO: liga-se proteína SV2A vesículas sinápticas. Modula liberação neurotransmissores, reduz excitabilidade. NÃO age receptores GABA-A.
Q198. Paciente de 68 anos chega com crise convulsiva tônico-clônica generalizada.
Medicação resgate parenteral?
✅ Resposta: A 💡 Fenitoína IV é opção para crise convulsiva grande mal (status epilepticus). Bloqueia canais sódio voltagem-dependentes. Via IV para resgate rápido.
Tema: Antivirais, Antifúngicos e Antiparasitários (Questões 199-207)
Q199.📋 QUESTÃO LITERAL DA PROVA Paciente masculino, 38 anos, com diagnóstico de infecção pelo HIV há 2 anos. Iniciou tratamento com o esquema preferencial de primeira linha: tenofovir + lamivudina + dolutegravir, em dose única diária. Carga viral indetectável e CD4 de 620 células/mm³.
Com relação ao mecanismo de ação do tenofovir e do dolutegravir, é correto afirmar que:
✅ Resposta: A 💡 Tenofovir = inibidor da transcriptase reversa nucleotídeo (impede a conversão de RNA viral em DNA). Dolutegravir = inibidor da integrase (impede a integração do DNA viral no DNA do hospedeiro). Esquema TDF+3TC+DTG é 1ª linha no Brasil.
Q200.📋 QUESTÃO LITERAL DA PROVA Considerando o mecanismo de ação e as principais aplicações clínicas dos fármacos antiparasitários: I. Anti-helmíntico com amplo espectro de ação, age inibindo a síntese dos microtúbulos. II. Fármaco usado nas protozooses intestinais que também tem ação anti-helmíntica, atua inibindo a piruvato-ferredoxina óxido redutase. III. Um dos fármacos de escolha no tratamento de malária por P. falciparum, age causando estresse oxidativo.
Assinale a alternativa que relaciona corretamente cada fármaco:
✅ Resposta: A 💡 I = Albendazol (anti-helmíntico, inibe microtúbulos). II = Nitazoxanida (protozooses + helmintos, inibe piruvato-ferredoxina). III = Arteméter (malária por P. falciparum, estresse oxidativo). Cloroquina NÃO age por estresse oxidativo.
Q201. Paciente de 50 anos com herpes labial recebe aciclovir.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: A 💡 Aciclovir = análogo nucleosídeo. Fosforilado por timidina quinase viral, inibe DNA polimerase viral.
Q202. Paciente de 55 anos com herpes labial recebe aciclovir.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: A 💡 Aciclovir = análogo nucleosídeo. Fosforilado por timidina quinase viral, inibe DNA polimerase viral.
Q203. Paciente de 61 anos com herpes labial recebe aciclovir.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: A 💡 Aciclovir = análogo nucleosídeo. Fosforilado por timidina quinase viral, inibe DNA polimerase viral.
Q204. Paciente de 63 anos com herpes labial recebe aciclovir.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: A 💡 Aciclovir = análogo nucleosídeo. Fosforilado por timidina quinase viral, inibe DNA polimerase viral.
Q205. Paciente de 22 anos, em uso de anticoagulante, com herpes labial recebe aciclovir.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: A 💡 Aciclovir = análogo nucleosídeo. Fosforilado por timidina quinase viral, inibe DNA polimerase viral.
Q206. Paciente de 82 anos, portador de HIV em TARV. Sobre opioides no manejo dor moderada-intensa:
Q207. Paciente de 54 anos, portador de HIV em TARV. Terbinafina é antifúngico para onicomicoses.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: A 💡 Terbinafina inibe esqualeno epoxidase → bloqueia síntese ERGOSTEROL (essencial membrana fúngica). Sem ergosterol, membrana perde integridade.
Tema: Sistema Respiratório (Questões 208-230)
Q208.📋 QUESTÃO LITERAL DA PROVA Paciente de 35 anos foi diagnosticado com asma brônquica leve e, para broncodilatação de resgate, utilizou salbutamol (agonista beta-2 adrenérgico). Durante a internação, recebeu propranolol, um antagonista beta-adrenérgico não seletivo, para controle da hipertensão. O paciente apresentou piora do broncoespasmo, que foi revertida com aumento da dose de salbutamol.
Considerando as informações do caso clínico, o propranolol atua como um antagonista:
✅ Resposta: D 💡 O propranolol é antagonista competitivo reversível dos receptores beta. Ele compete com o salbutamol pelo mesmo receptor. Isso REDUZ A POTÊNCIA do agonista (precisa de mais dose pra ter o mesmo efeito), mas não muda a eficácia máxima.
Q209. Paciente de 66 anos com DPOC moderada usa broncodilatadores. Relata melhora com tiotrópio uma vez ao dia versus ipratrópio múltiplas vezes.
Sobre ipratrópio e tiotrópio:
✅ Resposta: D 💡 Ipratrópio e tiotrópio = ANTIMUSCARÍNICOS inalatórios. Bloqueiam M3 → broncodilatação. Tiotrópio se liga mais tempo → ação prolongada (1x/dia vs múltiplas inalações).
Q211. Paciente de 43 anos com asma grave refratária recebe omalizumabe.
Qual a classe e mecanismo?
✅ Resposta: B 💡 Omalizumabe = ANTICORPO MONOCLONAL ANTI-IgE. Liga-se a IgE circulante → menos mastócitos ativados → menos histamina → menos crises asmáticas.
Q212. Paciente de 73 anos com DPOC moderada usa broncodilatadores. Relata melhora com tiotrópio uma vez ao dia versus ipratrópio múltiplas vezes.
Sobre ipratrópio e tiotrópio:
✅ Resposta: D 💡 Ipratrópio e tiotrópio = ANTIMUSCARÍNICOS inalatórios. Bloqueiam M3 → broncodilatação. Tiotrópio se liga mais tempo → ação prolongada (1x/dia vs múltiplas inalações).
Q213. Paciente de 75 anos, obeso (IMC 33). Sobre o salbutamol em asma e DPOC:
Q214. Paciente de 38 anos com asma grave refratária recebe omalizumabe.
Qual a classe e mecanismo?
✅ Resposta: B 💡 Omalizumabe = ANTICORPO MONOCLONAL ANTI-IgE. Liga-se a IgE circulante → menos mastócitos ativados → menos histamina → menos crises asmáticas.
Q215. Paciente de 70 anos com DPOC moderada usa broncodilatadores. Relata melhora com tiotrópio uma vez ao dia versus ipratrópio múltiplas vezes.
Sobre ipratrópio e tiotrópio:
✅ Resposta: D 💡 Ipratrópio e tiotrópio = ANTIMUSCARÍNICOS inalatórios. Bloqueiam M3 → broncodilatação. Tiotrópio se liga mais tempo → ação prolongada (1x/dia vs múltiplas inalações).
Q216. Paciente de 64 anos, tabagista há 15 anos. Sobre o salbutamol em asma e DPOC:
Q217. Paciente de 37 anos com asma grave refratária recebe omalizumabe.
Qual a classe e mecanismo?
✅ Resposta: B 💡 Omalizumabe = ANTICORPO MONOCLONAL ANTI-IgE. Liga-se a IgE circulante → menos mastócitos ativados → menos histamina → menos crises asmáticas.
Q218. Paciente de 60 anos com DPOC moderada usa broncodilatadores. Relata melhora com tiotrópio uma vez ao dia versus ipratrópio múltiplas vezes.
Sobre ipratrópio e tiotrópio:
✅ Resposta: D 💡 Ipratrópio e tiotrópio = ANTIMUSCARÍNICOS inalatórios. Bloqueiam M3 → broncodilatação. Tiotrópio se liga mais tempo → ação prolongada (1x/dia vs múltiplas inalações).
Q219. Paciente de 79 anos, com insuficiência cardíaca classe II. Sobre o salbutamol em asma e DPOC:
Q220. Paciente de 73 anos, diabético, com asma grave refratária recebe omalizumabe.
Qual a classe e mecanismo?
✅ Resposta: B 💡 Omalizumabe = ANTICORPO MONOCLONAL ANTI-IgE. Liga-se a IgE circulante → menos mastócitos ativados → menos histamina → menos crises asmáticas.
Q221. Paciente de 68 anos com DPOC moderada usa broncodilatadores. Relata melhora com tiotrópio uma vez ao dia versus ipratrópio múltiplas vezes.
Sobre ipratrópio e tiotrópio:
✅ Resposta: D 💡 Ipratrópio e tiotrópio = ANTIMUSCARÍNICOS inalatórios. Bloqueiam M3 → broncodilatação. Tiotrópio se liga mais tempo → ação prolongada (1x/dia vs múltiplas inalações).
Q222. Paciente de 76 anos, alérgico a penicilina. Sobre o salbutamol em asma e DPOC:
Q223. Paciente de 41 anos com asma grave refratária recebe omalizumabe.
Qual a classe e mecanismo?
✅ Resposta: B 💡 Omalizumabe = ANTICORPO MONOCLONAL ANTI-IgE. Liga-se a IgE circulante → menos mastócitos ativados → menos histamina → menos crises asmáticas.
Q224. Paciente de 29 anos, com hepatopatia crônica, com DPOC moderada usa broncodilatadores. Relata melhora com tiotrópio uma vez ao dia versus ipratrópio múltiplas vezes.
Sobre ipratrópio e tiotrópio:
✅ Resposta: D 💡 Ipratrópio e tiotrópio = ANTIMUSCARÍNICOS inalatórios. Bloqueiam M3 → broncodilatação. Tiotrópio se liga mais tempo → ação prolongada (1x/dia vs múltiplas inalações).
Q225. Paciente de 54 anos, com hepatopatia crônica. Sobre o salbutamol em asma e DPOC:
Q226. Paciente de 40 anos com asma grave refratária recebe omalizumabe.
Qual a classe e mecanismo?
✅ Resposta: B 💡 Omalizumabe = ANTICORPO MONOCLONAL ANTI-IgE. Liga-se a IgE circulante → menos mastócitos ativados → menos histamina → menos crises asmáticas.
Q227. Paciente de 61 anos com DPOC moderada usa broncodilatadores. Relata melhora com tiotrópio uma vez ao dia versus ipratrópio múltiplas vezes.
Sobre ipratrópio e tiotrópio:
✅ Resposta: D 💡 Ipratrópio e tiotrópio = ANTIMUSCARÍNICOS inalatórios. Bloqueiam M3 → broncodilatação. Tiotrópio se liga mais tempo → ação prolongada (1x/dia vs múltiplas inalações).
Q228. Paciente de 25 anos, diabético. Sobre o salbutamol em asma e DPOC:
Q229. Paciente de 29 anos, portador de DPOC, com asma grave refratária recebe omalizumabe.
Qual a classe e mecanismo?
✅ Resposta: B 💡 Omalizumabe = ANTICORPO MONOCLONAL ANTI-IgE. Liga-se a IgE circulante → menos mastócitos ativados → menos histamina → menos crises asmáticas.
Q230. Paciente de 71 anos com DPOC moderada usa broncodilatadores. Relata melhora com tiotrópio uma vez ao dia versus ipratrópio múltiplas vezes.
Sobre ipratrópio e tiotrópio:
✅ Resposta: D 💡 Ipratrópio e tiotrópio = ANTIMUSCARÍNICOS inalatórios. Bloqueiam M3 → broncodilatação. Tiotrópio se liga mais tempo → ação prolongada (1x/dia vs múltiplas inalações).
Tema: Sistema Reprodutor (Questões 231-244)
Q231. Adolescente chega ao pronto-atendimento após relação sexual desprotegida na noite anterior. Está na fase pós-ovulação.
Sobre a 'pílula do dia seguinte':
✅ Resposta: B 💡 Na fase pós-ovulação, levonorgestrel modifica muco cervical (espesso), endométrio e tubas. Impede fertilização. NÃO é abortivo.
Q232. Paciente de 56 anos com câncer de mama RE+ recebe anastrozol.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: D 💡 Anastrozol inibe AROMATASE (converte andrógenos → estrógenos). Sem estrógeno, tumor RE+ não cresce.
Q233. Paciente de 69 anos, pós-transplante renal. Adolescente chega ao pronto-atendimento após relação sexual desprotegida na noite anterior. Está na fase pós-ovulação.
Sobre a 'pílula do dia seguinte':
✅ Resposta: B 💡 Na fase pós-ovulação, levonorgestrel modifica muco cervical (espesso), endométrio e tubas. Impede fertilização. NÃO é abortivo.
Q234. Paciente de 55 anos com câncer de mama RE+ recebe anastrozol.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: D 💡 Anastrozol inibe AROMATASE (converte andrógenos → estrógenos). Sem estrógeno, tumor RE+ não cresce.
Q235. Paciente de 30 anos, com arritmia cardíaca. Adolescente chega ao pronto-atendimento após relação sexual desprotegida na noite anterior. Está na fase pós-ovulação.
Sobre a 'pílula do dia seguinte':
✅ Resposta: B 💡 Na fase pós-ovulação, levonorgestrel modifica muco cervical (espesso), endométrio e tubas. Impede fertilização. NÃO é abortivo.
Q236. Paciente de 60 anos com câncer de mama RE+ recebe anastrozol.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: D 💡 Anastrozol inibe AROMATASE (converte andrógenos → estrógenos). Sem estrógeno, tumor RE+ não cresce.
Q237. Paciente de 30 anos, com lupus eritematoso sistêmico. Adolescente chega ao pronto-atendimento após relação sexual desprotegida na noite anterior. Está na fase pós-ovulação.
Sobre a 'pílula do dia seguinte':
✅ Resposta: B 💡 Na fase pós-ovulação, levonorgestrel modifica muco cervical (espesso), endométrio e tubas. Impede fertilização. NÃO é abortivo.
Q238. Paciente de 72 anos com câncer de mama RE+ recebe anastrozol.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: D 💡 Anastrozol inibe AROMATASE (converte andrógenos → estrógenos). Sem estrógeno, tumor RE+ não cresce.
Q239. Paciente de 45 anos, com hepatopatia crônica, com câncer de mama RE+ recebe anastrozol.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: D 💡 Anastrozol inibe AROMATASE (converte andrógenos → estrógenos). Sem estrógeno, tumor RE+ não cresce.
Q240. Paciente de 63 anos com câncer de mama RE+ recebe anastrozol.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: D 💡 Anastrozol inibe AROMATASE (converte andrógenos → estrógenos). Sem estrógeno, tumor RE+ não cresce.
Q241. Paciente de 45 anos, com arritmia cardíaca. Adolescente chega ao pronto-atendimento após relação sexual desprotegida na noite anterior. Está na fase pós-ovulação.
Sobre a 'pílula do dia seguinte':
✅ Resposta: B 💡 Na fase pós-ovulação, levonorgestrel modifica muco cervical (espesso), endométrio e tubas. Impede fertilização. NÃO é abortivo.
Q242. Paciente de 71 anos com câncer de mama RE+ recebe anastrozol.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: D 💡 Anastrozol inibe AROMATASE (converte andrógenos → estrógenos). Sem estrógeno, tumor RE+ não cresce.
Q243. Paciente de 58 anos, tabagista há 15 anos. Adolescente chega ao pronto-atendimento após relação sexual desprotegida na noite anterior. Está na fase pós-ovulação.
Sobre a 'pílula do dia seguinte':
✅ Resposta: B 💡 Na fase pós-ovulação, levonorgestrel modifica muco cervical (espesso), endométrio e tubas. Impede fertilização. NÃO é abortivo.
Q244. Paciente de 58 anos com câncer de mama RE+ recebe anastrozol.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: D 💡 Anastrozol inibe AROMATASE (converte andrógenos → estrógenos). Sem estrógeno, tumor RE+ não cresce.
Tema: TGI, Diabetes e Oncologia (Questões 245-286)
Q245. Paciente de 73 anos com diabetes tipo 2 inicia NPH.
Qual o tipo de ação e duração?
✅ Resposta: A 💡 NPH = insulina de ação intermediária, tipo basal. Duração: 14-24h.
Q246. Paciente de 64 anos com diabetes tipo 2 inicia Glargina.
Qual o tipo de ação e duração?
✅ Resposta: A 💡 Glargina = insulina de ação longa, tipo basal. Duração: 24h.
Q247. Paciente de 58 anos com diabetes tipo 2 inicia Lispro.
Qual o tipo de ação e duração?
✅ Resposta: A 💡 Lispro = insulina de ação rápida, tipo prandial. Duração: 3-4h.
Q248. Sobre o mecanismo de ação do metformina:
Assinale a alternativa correta:
✅ Resposta: A 💡 Metformina → AMPK. Reduz gliconeogênese hepática. não secretagogo.
Q249. Sobre o mecanismo de ação do glibenclamida:
Assinale a alternativa correta:
✅ Resposta: A 💡 Glibenclamida → secretagogo. Reduz insulina. hipoglicemia.
Q250. Paciente com ICC usa isossorbida mononitrato + hidralazina.
Como melhora o débito cardíaco?
✅ Resposta: A 💡 Isossorbida = NO → venodilatação → reduz pré-carga. Hidralazina = arteriodilatação → reduz pós-carga. Coração trabalha com menos carga.
Q251. Paciente de 70 anos com câncer de mama HER2+, inicia trastuzumabe + paclitaxel.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: A 💡 Paclitaxel = taxano que estabiliza microtúbulos polimerizados. Trastuzumabe = anticorpo anti-HER2. Juntos atuam contra câncer HER2+.
Q252. Paciente de 75 anos com diabetes tipo 2 inicia NPH.
Qual o tipo de ação e duração?
✅ Resposta: A 💡 NPH = insulina de ação intermediária, tipo basal. Duração: 14-24h.
Q253. Paciente de 71 anos com diabetes tipo 2 inicia Glargina.
Qual o tipo de ação e duração?
✅ Resposta: A 💡 Glargina = insulina de ação longa, tipo basal. Duração: 24h.
Q254. Paciente de 55 anos com diabetes tipo 2 inicia Lispro.
Qual o tipo de ação e duração?
✅ Resposta: A 💡 Lispro = insulina de ação rápida, tipo prandial. Duração: 3-4h.
Q255. Paciente de 52 anos, em uso de imunossupressor. Sobre o mecanismo de ação do metformina:
Assinale a alternativa correta:
✅ Resposta: A 💡 Metformina → AMPK. Reduz gliconeogênese hepática. não secretagogo.
Q256. Paciente de 21 anos, com insuficiência cardíaca classe II. Sobre o mecanismo de ação do glibenclamida:
Assinale a alternativa correta:
✅ Resposta: A 💡 Glibenclamida → secretagogo. Reduz insulina. hipoglicemia.
Q257. Paciente de 62 anos com câncer de mama HER2+, inicia trastuzumabe + paclitaxel.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: A 💡 Paclitaxel = taxano que estabiliza microtúbulos polimerizados. Trastuzumabe = anticorpo anti-HER2. Juntos atuam contra câncer HER2+.
Q258. Paciente de 65 anos com diabetes tipo 2 inicia NPH.
Qual o tipo de ação e duração?
✅ Resposta: A 💡 NPH = insulina de ação intermediária, tipo basal. Duração: 14-24h.
Q259. Paciente de 60 anos com diabetes tipo 2 inicia Glargina.
Qual o tipo de ação e duração?
✅ Resposta: A 💡 Glargina = insulina de ação longa, tipo basal. Duração: 24h.
Q260. Paciente de 68 anos com diabetes tipo 2 inicia Lispro.
Qual o tipo de ação e duração?
✅ Resposta: A 💡 Lispro = insulina de ação rápida, tipo prandial. Duração: 3-4h.
Q261. Paciente de 37 anos, hipertenso. Sobre o mecanismo de ação do metformina:
Assinale a alternativa correta:
✅ Resposta: A 💡 Metformina → AMPK. Reduz gliconeogênese hepática. não secretagogo.
Q262. Paciente de 68 anos, portador de DPOC. Sobre o mecanismo de ação do glibenclamida:
Assinale a alternativa correta:
✅ Resposta: A 💡 Glibenclamida → secretagogo. Reduz insulina. hipoglicemia.
Q263. Paciente de 41 anos, com hepatopatia crônica. Paciente com ICC usa isossorbida mononitrato + hidralazina.
Como melhora o débito cardíaco?
✅ Resposta: A 💡 Isossorbida = NO → venodilatação → reduz pré-carga. Hidralazina = arteriodilatação → reduz pós-carga. Coração trabalha com menos carga.
Q264. Paciente de 52 anos com câncer de mama HER2+, inicia trastuzumabe + paclitaxel.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: A 💡 Paclitaxel = taxano que estabiliza microtúbulos polimerizados. Trastuzumabe = anticorpo anti-HER2. Juntos atuam contra câncer HER2+.
Q265. Paciente de 69 anos com diabetes tipo 2 inicia NPH.
Qual o tipo de ação e duração?
✅ Resposta: A 💡 NPH = insulina de ação intermediária, tipo basal. Duração: 14-24h.
Q266. Paciente de 68 anos com diabetes tipo 2 inicia Glargina.
Qual o tipo de ação e duração?
✅ Resposta: A 💡 Glargina = insulina de ação longa, tipo basal. Duração: 24h.
Q267. Paciente de 69 anos com diabetes tipo 2 inicia Lispro.
Qual o tipo de ação e duração?
✅ Resposta: A 💡 Lispro = insulina de ação rápida, tipo prandial. Duração: 3-4h.
Q268. Paciente de 81 anos, alérgico a penicilina. Sobre o mecanismo de ação do metformina:
Assinale a alternativa correta:
✅ Resposta: A 💡 Metformina → AMPK. Reduz gliconeogênese hepática. não secretagogo.
Q269. Paciente de 26 anos, tabagista há 15 anos. Sobre o mecanismo de ação do glibenclamida:
Assinale a alternativa correta:
✅ Resposta: A 💡 Glibenclamida → secretagogo. Reduz insulina. hipoglicemia.
Q270. Paciente de 58 anos, com hepatopatia crônica. Paciente com ICC usa isossorbida mononitrato + hidralazina.
Como melhora o débito cardíaco?
✅ Resposta: A 💡 Isossorbida = NO → venodilatação → reduz pré-carga. Hidralazina = arteriodilatação → reduz pós-carga. Coração trabalha com menos carga.
Q271. Paciente de 57 anos com câncer de mama HER2+, inicia trastuzumabe + paclitaxel.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: A 💡 Paclitaxel = taxano que estabiliza microtúbulos polimerizados. Trastuzumabe = anticorpo anti-HER2. Juntos atuam contra câncer HER2+.
Q272. Paciente de 74 anos com diabetes tipo 2 inicia NPH.
Qual o tipo de ação e duração?
✅ Resposta: A 💡 NPH = insulina de ação intermediária, tipo basal. Duração: 14-24h.
Q273. Paciente de 75 anos com diabetes tipo 2 inicia Glargina.
Qual o tipo de ação e duração?
✅ Resposta: A 💡 Glargina = insulina de ação longa, tipo basal. Duração: 24h.
Q274. Paciente de 63 anos com diabetes tipo 2 inicia Lispro.
Qual o tipo de ação e duração?
✅ Resposta: A 💡 Lispro = insulina de ação rápida, tipo prandial. Duração: 3-4h.
Q275. Paciente de 54 anos, obeso (IMC 33). Sobre o mecanismo de ação do metformina:
Assinale a alternativa correta:
✅ Resposta: A 💡 Metformina → AMPK. Reduz gliconeogênese hepática. não secretagogo.
Q276. Paciente de 82 anos, em quimioterapia. Sobre o mecanismo de ação do glibenclamida:
Assinale a alternativa correta:
✅ Resposta: A 💡 Glibenclamida → secretagogo. Reduz insulina. hipoglicemia.
Q277. Paciente de 56 anos, com IRC estágio III. Paciente com ICC usa isossorbida mononitrato + hidralazina.
Como melhora o débito cardíaco?
✅ Resposta: A 💡 Isossorbida = NO → venodilatação → reduz pré-carga. Hidralazina = arteriodilatação → reduz pós-carga. Coração trabalha com menos carga.
Q278. Paciente de 51 anos com câncer de mama HER2+, inicia trastuzumabe + paclitaxel.
Qual o mecanismo?
✅ Resposta: A 💡 Paclitaxel = taxano que estabiliza microtúbulos polimerizados. Trastuzumabe = anticorpo anti-HER2. Juntos atuam contra câncer HER2+.
Q279. Paciente de 27 anos com náusea e vômitos recebe metoclopramida IV.
Sobre metoclopramida:
✅ Resposta: A 💡 Metoclopramida = antagonista D2 (antidopaminérgico). Antiemético + procinético. Risco: EPS pela via nigroestriatal, administrar lentamente.
Q280. Paciente hipertenso usa pantoprazol diariamente.
Q288. Paciente com depressão e dor neuropática inicia fármaco que aumenta serotonina/noradrenalina. Apresenta sedação, ganho peso, xerostomia, constipação.
Qual fármaco?
✅ Resposta: A 💡 Amitriptilina = TRICÍCLICO. Inibe recaptação serotonina/noradrenalina, MAS bloqueia H1 (sedação), alfa-1 (hipotensão), muscarínicos (boca seca, constipação).
Q289. Paciente de 47 anos em intubação de emergência recebe succinilcolina. Observa-se fasciculação seguida de paralisia flácida.
Q290. Paciente de 44 anos, com hepatopatia crônica. Paciente com depressão e dor neuropática inicia fármaco que aumenta serotonina/noradrenalina. Apresenta sedação, ganho peso, xerostomia, constipação.
Qual fármaco?
✅ Resposta: A 💡 Amitriptilina = TRICÍCLICO. Inibe recaptação serotonina/noradrenalina, MAS bloqueia H1 (sedação), alfa-1 (hipotensão), muscarínicos (boca seca, constipação).
Q291. Paciente de 62 anos, com hepatopatia crônica, em intubação de emergência recebe succinilcolina. Observa-se fasciculação seguida de paralisia flácida.
Q292. Paciente de 58 anos, portador de DPOC. Paciente com depressão e dor neuropática inicia fármaco que aumenta serotonina/noradrenalina. Apresenta sedação, ganho peso, xerostomia, constipação.
Qual fármaco?
✅ Resposta: A 💡 Amitriptilina = TRICÍCLICO. Inibe recaptação serotonina/noradrenalina, MAS bloqueia H1 (sedação), alfa-1 (hipotensão), muscarínicos (boca seca, constipação).
Q293. Paciente de 30 anos em intubação de emergência recebe succinilcolina. Observa-se fasciculação seguida de paralisia flácida.
Q294. Paciente de 34 anos, alérgico a penicilina. Paciente com depressão e dor neuropática inicia fármaco que aumenta serotonina/noradrenalina. Apresenta sedação, ganho peso, xerostomia, constipação.
Qual fármaco?
✅ Resposta: A 💡 Amitriptilina = TRICÍCLICO. Inibe recaptação serotonina/noradrenalina, MAS bloqueia H1 (sedação), alfa-1 (hipotensão), muscarínicos (boca seca, constipação).
Q295. Paciente de 39 anos em intubação de emergência recebe succinilcolina. Observa-se fasciculação seguida de paralisia flácida.
Q296. Paciente de 33 anos, com artrite reumatoide. Paciente com depressão e dor neuropática inicia fármaco que aumenta serotonina/noradrenalina. Apresenta sedação, ganho peso, xerostomia, constipação.
Qual fármaco?
✅ Resposta: A 💡 Amitriptilina = TRICÍCLICO. Inibe recaptação serotonina/noradrenalina, MAS bloqueia H1 (sedação), alfa-1 (hipotensão), muscarínicos (boca seca, constipação).
Q297. Paciente de 37 anos em intubação de emergência recebe succinilcolina. Observa-se fasciculação seguida de paralisia flácida.
Q298. Paciente de 67 anos, com doença de Parkinson. Paciente com depressão e dor neuropática inicia fármaco que aumenta serotonina/noradrenalina. Apresenta sedação, ganho peso, xerostomia, constipação.
Qual fármaco?
✅ Resposta: A 💡 Amitriptilina = TRICÍCLICO. Inibe recaptação serotonina/noradrenalina, MAS bloqueia H1 (sedação), alfa-1 (hipotensão), muscarínicos (boca seca, constipação).
Q299. Paciente de 52 anos, com artrite reumatoide, em intubação de emergência recebe succinilcolina. Observa-se fasciculação seguida de paralisia flácida.
Q300. Paciente de 75 anos, obeso (IMC 33). Paciente com depressão e dor neuropática inicia fármaco que aumenta serotonina/noradrenalina. Apresenta sedação, ganho peso, xerostomia, constipação.
Qual fármaco?
✅ Resposta: A 💡 Amitriptilina = TRICÍCLICO. Inibe recaptação serotonina/noradrenalina, MAS bloqueia H1 (sedação), alfa-1 (hipotensão), muscarínicos (boca seca, constipação).