Tema: Trato Gastrointestinal — Esôfago e Estômago (Questões 1-42)
Q1.📋 QUESTÃO LITERAL DA PROVA Paciente feminino, 60 anos, com histórico de refluxo gastroesofágico não tratado por 10 anos, apresenta disfagia progressiva. Endoscopia revela mucosa esofágica com transformação intestinal e biópsia confirma células caliciformes.
Qual alteração celular fundamental explica essa transformação?
✅ Resposta: B 💡 Doença de Barrett = metaplasia intestinal. Inflamação crônica ativa células-tronco basais → diferenciam em epitélio colunar com células caliciformes.
Q2.📋 QUESTÃO LITERAL DA PROVA Paciente feminino, 32 anos, com diarreia crônica, esteatorreia, distensão abdominal, perda de peso há 8 meses. Anemia microcítica, deficiência vitamina D. Biópsia intestinal revela atrofia vilosidades.
Qual mecanismo fisiopatológico causa síndrome de má absorção?
Q3.📋 QUESTÃO LITERAL DA PROVA Paciente masculino, 72 anos, hipertenso com fibrilação atrial crônica, é admitido com dor abdominal súbita intensa desproporcional ao exame. Leucocitose, acidose metabólica. TC: gás em parede intestinal. Diagnóstico: isquemia mesentérica aguda.
Q4.📋 QUESTÃO LITERAL DA PROVA Homem 36 anos com dor epigástrica, saciedade precoce, náuseas. Endoscopia: antro hiperêmico com erosões. Biópsia: infiltrado inflamatório com bacilos em forma de espiral.
Qual é a patogênese da lesão?
✅ Resposta: B 💡 H. pylori: urease → neutraliza pH local → adesinas fixam → VacA danifica célula → inflamação crônica → possível úlcera.
Q5.📋 QUESTÃO LITERAL DA PROVA Paciente de 45 anos com disfagia progressiva, dor torácica, regurgitação de alimentos não digeridos. Diagnóstico: acalasia com suspeita de Chagas.
Q6.📋 QUESTÃO LITERAL DA PROVA Mulher de 65 anos fumante há 40 anos com lesões ulceradas na mucosa esofágica, disfagia. Biópsia: carcinoma espinocelular. Histologia mostra núcleos grandes irregulares com queratinização (pérolas córneas).
Qual camada histológica origina esse tumor?
✅ Resposta: B 💡 Carcinoma espinocelular esofágico: origem epitélio escamoso, pleomorfismo nuclear, pérolas córneas, desmossomos. Risco: álcool + tabaco.
Q7.📋 QUESTÃO LITERAL DA PROVA Paciente de 65 anos com dor abdominal, perda de peso, náuseas. Endoscopia: lesão infiltrativa gástrica. Biópsia: padrão difuso, células dispersas sem glândulas, algumas com núcleo periférico deslocado (anel de sinete).
Qual alteração molecular caracteriza esse carcinoma?
Q8. Mulher de 55 anos com refluxo de 25 anos, agora dispéptica com sensação corpo estranho. Endoscopia: epitélio cilíndrico metaplásico com glândulas mucosas.
Qual citocina ativa células-tronco nessa metaplasia?
Q10. Paciente de 68 anos com antecedente FA chega com abdome muito dolorido, fezes sanguinolentas. TC: pneumatose, necrose transmural de delgado.
Qual mecanismo vascular causa esse quadro catastrófico?
✅ Resposta: B 💡 Embolia mesentérica aguda: FA → trombo → oclusão AMS → isquemia mesentérica → necrose → perfuração → sepse → morte.
Q11. Homem de 42 anos com antecedente úlcera duodenal refere dor epigástrica, vômitos. Endoscopia: antro hiperêmico com úlcera cicatricial. Biópsia H+ com infiltrado plasmocitário.
Qual mecanismo permite colonização de mucosa ácida?
✅ Resposta: B 💡 H. pylori: urease → neutraliza pH ao redor → microambiente protegido → permite colonização + adesinas fixam + VacA → inflamação crônica → úlcera.
Q12. Paciente de 38 anos com disfagia progressiva há 8 anos, regurgitação noturna, alitose. Fluoroscopia: esôfago dilatado "cauda de rato". Manometria: falha relaxamento EEI.
Qual estrutura neuronal está destruída?
✅ Resposta: C 💡 Acalasia primária: degeneração de neurônios inibitórios (Auerbach) → falha reflexo relaxamento EEI → dilatação progressiva esôfago.
Q13. Mulher de 72 anos fumante, etilista com disfagia, odinofagia. Endoscopia: úlcera infiltrativa esofágica. Biópsia: pérolas de queratina, mitoses.
Qual origem histológica?
✅ Resposta: B 💡 Carcinoma espinocelular esofágico: origem epitélio escamoso estratificado. Fatores risco: álcool + tabaco. Histologia: queratinização, pérolas córneas.
Q14. Homem de 58 anos com dor, perda peso, anorexia. Endoscopia: úlcera gástrica infiltrativa. Biópsia: células isoladas com núcleo periférico (anel de sinete).
Q15. Mulher de 42 anos com RGE crônico, agora disfagia leve, dispepsia. Endoscopia: mucosa esofágica inferior salmon-pink. Biópsia: epitélio colunar com células caliciformes.
Qual proteína está alterada na metaplasia?
✅ Resposta: C 💡 Barrett: células-tronco mantêm E-caderina. Sob inflamação, diferem-se em epitélio colunar. Processo de metaplasia por ativação de diferenciação anômala.
Q16. Paciente de 48 anos com síndrome de má absorção severa: esteatorreia 45g/dia, perda 15kg/3meses, anemia B12. Biópsia: vilosidades atróficas, criptulite.
Qual mecanismo causa essa destruição?
✅ Resposta: B 💡 Celíaca tipo 3 (Marshall): atrofia vilosidades + hiperplasia criptas. Superfície absortiva drasticamente reduzida → malabsorção severa.
Q17. Paciente de 70 anos com FA chega com dor abdominal súbita, vômitos biliosos. TC: gás parede intestino, líquido peritoneal. Morte em 6h.
Qual evento vascular?
✅ Resposta: B 💡 Isquemia mesentérica aguda embólica: dor súbita + gás parede + perfuração = emergência cirúrgica com taxa mortalidade muito alta.
Q18. Paciente de 65 anos com RGE 20 anos, agora perda 8kg/2meses, anemia (Hb 8.2). Endoscopia: Barrett com displasia alto grau.
Qual risco mais importante?
✅ Resposta: B 💡 Barrett com displasia alto grau: risco ELEVADO (até 5% ao ano) de progressão para adenocarcinoma. Necessário vigilância rigorosa ou mucosectomia.
Q19. Paciente de 53 anos com 20 anos RGE, disfagia progressiva. Endoscopia: epitélio cilíndrico metaplásico com células secretoras de muco intestinais.
Qual célula anormal está presente no esôfago?
✅ Resposta: B 💡 Barrett = metaplasia intestinal = presença anormal de células caliciformes no esôfago.
Q20. Paciente de 41 anos com 10 anos diarreia crônica, câimbras, anemia, deficiência ferro. Biópsia: atrofia vilosidades completa.
Qual entidade anatomopatológica?
✅ Resposta: B 💡 Celíaca tipo 3 (Marshall): atrofia completa vilosidades com hiperplasia criptas. Superfície absortiva reduzida drasticamente.
Q21. Paciente de 72 anos com FA chega com dor abdominal em "câimbra", desproporcional exame. Lactato 6.2.
Qual diagnóstico?
✅ Resposta: B 💡 Isquemia mesentérica: dor desproporcional + lactato ↑ = isquemia precoce. Em FA, pensar embolia AMS.
Q22. Paciente de 44 anos com antecedente úlcera duodenal, agora dor leve epigástrica. Endoscopia: antro inflamado com erosões. Bacilos curvos em biópsia.
Qual mecanismo permite infecção crônica?
✅ Resposta: B 💡 H. pylori: urease → ↑ pH local → colonização. Adesinas fixam. VacA causa dano. Inflamação crônica → possível úlcera.
Q23. Paciente de 41 anos com disfagia há 5 anos, regurgitação noturna volumosa, halitose. Rx: esôfago muito dilatado.
Qual defeito neuromuscular fundamental?
✅ Resposta: B 💡 Acalasia: destruição neurônios inibitórios de Auerbach → falha relaxamento EEI → retenção → megaesôfago progressivo.
Q24. Mulher de 67 anos fumante, disfagia progressiva, perda peso. Endoscopia: úlcera infiltrativa. Biópsia: pérolas queratina, pleomorfismo.
De qual camada histológica?
✅ Resposta: B 💡 Carcinoma espinocelular esofágico: origem epitélio escamoso, pérolas córneas. Risco: álcool + tabaco.
Q25. Paciente de 51 anos com dor epigástrica, náuseas, sinal Troisier. Endoscopia: úlcera gástrica infiltrativa. Biópsia: padrão difuso, anel de sinete.
Q28. Paciente de 65 anos com FA com abdome muito dolorido, vômitos biliosos. TC sem pneumatose ainda mas lactato 8.5.
Qual diagnóstico urgente?
✅ Resposta: B 💡 Isquemia mesentérica aguda: emergência. Lactato ↑ mesmo sem necrose avançada = sinal isquemia. FA = tromboembolia.
Q29. Mulher de 54 anos com RGE 25 anos, agora com Barrett e displasia alto grau.
Qual risco?
✅ Resposta: B 💡 Barrett com HGD: risco elevado progressão câncer. Acompanhamento intensivo ou mucosectomia indicado.
Q30. Paciente de 63 anos com disfagia progressiva, regurgitação noturna volumosa. Manometria: EEI hipertônico sem relaxamento.
Qual patologia?
✅ Resposta: B 💡 Acalasia: EEI em hipertonia sem relaxamento reflexo = destruição neurônios inibitórios.
Q31. Mulher de 67 anos com RGE 25 anos, agora com Barrett e displasia alto grau.
Qual risco?
✅ Resposta: B 💡 Barrett com HGD: risco elevado progressão câncer. Acompanhamento intensivo ou mucosectomia indicado.
Q32. Paciente de 49 anos com disfagia progressiva, regurgitação noturna volumosa. Manometria: EEI hipertônico sem relaxamento.
Qual patologia?
✅ Resposta: B 💡 Acalasia: EEI em hipertonia sem relaxamento reflexo = destruição neurônios inibitórios.
Q33. Mulher de 55 anos com RGE 25 anos, agora com Barrett e displasia alto grau.
Qual risco?
✅ Resposta: B 💡 Barrett com HGD: risco elevado progressão câncer. Acompanhamento intensivo ou mucosectomia indicado.
Q34. Paciente de 52 anos com disfagia progressiva, regurgitação noturna volumosa. Manometria: EEI hipertônico sem relaxamento.
Qual patologia?
✅ Resposta: B 💡 Acalasia: EEI em hipertonia sem relaxamento reflexo = destruição neurônios inibitórios.
Q35. Mulher de 65 anos com RGE 25 anos, agora com Barrett e displasia alto grau.
Qual risco?
✅ Resposta: B 💡 Barrett com HGD: risco elevado progressão câncer. Acompanhamento intensivo ou mucosectomia indicado.
Q36. Paciente de 53 anos com disfagia progressiva, regurgitação noturna volumosa. Manometria: EEI hipertônico sem relaxamento.
Qual patologia?
✅ Resposta: B 💡 Acalasia: EEI em hipertonia sem relaxamento reflexo = destruição neurônios inibitórios.
Q37. Mulher de 71 anos com RGE 25 anos, agora com Barrett e displasia alto grau.
Qual risco?
✅ Resposta: B 💡 Barrett com HGD: risco elevado progressão câncer. Acompanhamento intensivo ou mucosectomia indicado.
Q38. Paciente de 62 anos com disfagia progressiva, regurgitação noturna volumosa. Manometria: EEI hipertônico sem relaxamento.
Qual patologia?
✅ Resposta: B 💡 Acalasia: EEI em hipertonia sem relaxamento reflexo = destruição neurônios inibitórios.
Q39. Mulher de 68 anos com RGE 25 anos, agora com Barrett e displasia alto grau.
Qual risco?
✅ Resposta: B 💡 Barrett com HGD: risco elevado progressão câncer. Acompanhamento intensivo ou mucosectomia indicado.
Q40. Paciente de 66 anos com disfagia progressiva, regurgitação noturna volumosa. Manometria: EEI hipertônico sem relaxamento.
Qual patologia?
✅ Resposta: B 💡 Acalasia: EEI em hipertonia sem relaxamento reflexo = destruição neurônios inibitórios.
Q41. Mulher de 51 anos com RGE 25 anos, agora com Barrett e displasia alto grau.
Qual risco?
✅ Resposta: B 💡 Barrett com HGD: risco elevado progressão câncer. Acompanhamento intensivo ou mucosectomia indicado.
Q42. Paciente de 43 anos com disfagia progressiva, regurgitação noturna volumosa. Manometria: EEI hipertônico sem relaxamento.
Qual patologia?
✅ Resposta: B 💡 Acalasia: EEI em hipertonia sem relaxamento reflexo = destruição neurônios inibitórios.
Tema: Trato Gastrointestinal — Intestino e Colorretal (Questões 43-52)
Q43.📋 QUESTÃO LITERAL DA PROVA Paciente masculino, 25 anos, com dor abdominal crônica, diarreia, perda de peso. Colonoscopia mostra lesões segmentadas com mucosa normal entre elas.
Qual característica diferencia Doença de Crohn de Colite Ulcerativa?
✅ Resposta: B 💡 Crohn: SEGMENTAR em 'salto', TRANSMURAL, fístulas possíveis. CU: CONTÍNUA em reto/cólon, SUPERFICIAL, sem fístulas.
Q44. Paciente com Crohn há 5 anos apresenta dor RLQ, diarreia, perda peso. Colonoscopia: lesões segmentadas no íleo com mucosa preservada. Biópsia: granulomas não-caseosos.
Qual característica diferencia Crohn de CU?
✅ Resposta: B 💡 Crohn: SALTO, transmural, fístulas, ileíte. CU: CONTÍNUA, superficial, reto/cólon, sem fístulas. Diferença fundamental: padrão de lesão.
Q45. Paciente de 25 anos com dor abdominal crônica, diarreia sanguinolenta, perda peso há 1 ano. Colonoscopia: úlceras segmentadas.
Qual padrão de acometimento?
✅ Resposta: B 💡 Crohn: SEGMENTAR em 'salto', TRANSMURAL, risco fístulas/estenoses.
Q46. Homem de 29 anos com Crohn ileocólico com fístula para bexiga (pneumatúria).
Qual complicação diferencia Crohn?
✅ Resposta: B 💡 Crohn transmural = risco fístulas para órgãos adjacentes. CU superficial = sem fístulas.
Q47. Homem de 26 anos com Crohn ileocólico com fístula para bexiga (pneumatúria).
Qual complicação diferencia Crohn?
✅ Resposta: B 💡 Crohn transmural = risco fístulas para órgãos adjacentes. CU superficial = sem fístulas.
Q48. Homem de 42 anos com Crohn ileocólico com fístula para bexiga (pneumatúria).
Qual complicação diferencia Crohn?
✅ Resposta: B 💡 Crohn transmural = risco fístulas para órgãos adjacentes. CU superficial = sem fístulas.
Q49. Homem de 36 anos com Crohn ileocólico com fístula para bexiga (pneumatúria).
Qual complicação diferencia Crohn?
✅ Resposta: B 💡 Crohn transmural = risco fístulas para órgãos adjacentes. CU superficial = sem fístulas.
Q50. Homem de 68 anos, com IRC estágio III, com Crohn ileocólico com fístula para bexiga (pneumatúria).
Qual complicação diferencia Crohn?
✅ Resposta: B 💡 Crohn transmural = risco fístulas para órgãos adjacentes. CU superficial = sem fístulas.
Q51. Homem de 65 anos, pós-transplante renal, com Crohn ileocólico com fístula para bexiga (pneumatúria).
Qual complicação diferencia Crohn?
✅ Resposta: B 💡 Crohn transmural = risco fístulas para órgãos adjacentes. CU superficial = sem fístulas.
Q52. Homem de 45 anos, com arritmia cardíaca, com Crohn ileocólico com fístula para bexiga (pneumatúria).
Qual complicação diferencia Crohn?
✅ Resposta: B 💡 Crohn transmural = risco fístulas para órgãos adjacentes. CU superficial = sem fístulas.
Tema: Fígado (Questões 53-68)
Q53.📋 QUESTÃO LITERAL DA PROVA Paciente de 48 anos, etilista crônico (há 15 anos), procura atendimento por fadiga, desconforto abdominal no hipocôndrio direito e icterícia leve. Exames laboratoriais mostram elevação moderada de Aspartato Aminotransferase (AST) > Alanina Aminotransferase (ALT) e aumento de Gama-Glutamil Transferase (GGT). Ultrassonografia revela fígado aumentado e hiperecogênico.
Qual mecanismo diferencia a doença hepática alcoólica da não alcoólica?
Q54.📋 QUESTÃO LITERAL DA PROVA Paciente de 45 anos, em uso de contraceptivos orais há 5 anos, apresenta massa no hipocôndrio direito. Imagem mostra lesão hiperecogênica. Diagnóstico diferencial: adenoma hepático vs hiperplasia nodular focal.
Qual característica diferencia adenoma hepático de HNF?
✅ Resposta: B 💡 Adenoma hepático: contraceptivos, hipervascular, risco hemorragia + malignização. HNF: cicatriz central estela, SEM risco malignização.
Q55. Paciente de 52 anos, alcoolista crônico (20 anos, 60g/dia), apresenta icterícia, ascite, varizes esofágicas sangrentas. AST/ALT com razão 2:1.
Por que AST está elevado desproporcionalmente em relação a ALT?
✅ Resposta: B 💡 DHA: dano mitocondrial importante → AST mitocondrial vaza → AST/ALT >1. NAFLD: ALT >AST (lesão citossólica). Razão AST/ALT é indicador de severidade.
Q56. Mulher de 38 anos em contraceptivos há 8 anos com massa hepática de 6cm, hipervascular, sem cicatriz central.
Qual é o principal risco dessa lesão?
✅ Resposta: B 💡 Adenoma hepático: hipervascular → risco HEMORRAGIA espontânea/pós-trauma. Também risco malignização (β-catenina mutante).
Q57. Paciente de 55 anos com 30 anos etilismo apresenta hepatomegalia, ascite, edema membros. Bilirrubina 6.2, albumina 2.1, INR 2.5.
Qual processo irreversível está ocorrendo?
✅ Resposta: C 💡 Cirrose: transformação irreversível com ponte fibrótica ligando zonas portais/centrolobulares. Resulta em hipertensão portal + insuficiência hepática.
Q58. Paciente de 68 anos, etilista crônico, apresenta fadiga, hipoalbuminemia, ascite refratária. AST/ALT razão 3:1.
Qual mecanismo explica descompensação na DHA?
✅ Resposta: A 💡 Cirrose: necrose hepatocelular → ↓ massa hepática → ↓ albumina sintetizada → hipoalbuminemia → edema + ascite por ↓ pressão oncótica.
Q59. Paciente de 54 anos em contraceptivos há 7 anos com massa RUQ de 5cm hipervascular. Episódios dor abdominal súbita.
Qual principal mecanismo de quadro agudo?
✅ Resposta: B 💡 Adenoma hepático: hipervascular = alto risco hemorragia espontânea ou pós-trauma. Explica episódios de dor aguda.
Q60. Paciente de 70 anos com ascite, varizes esofágicas sangrantes, encefalopatia. Albumina 2.0, INR 2.8.
Qual mecanismo da encefalopatia?
✅ Resposta: B 💡 Encefalopatia hepática: falência hepatocelular → amônia não convertida → acumula → neurotoxicidade → confusão, asterixe, coma.
Q61. Paciente de 79 anos com etilismo 40 anos, icterícia progressiva, ascite, confusão. Baqueteamento digital, circulação colateral.
Qual múltiplo achado aponta insuficiência hepática?
Q76.📋 QUESTÃO LITERAL DA PROVA Paciente Carlos A., 48 anos, dor abdominal súbita epigástrica irradiada dorso, náuseas, vômitos. Consumo frequente álcool 15 anos. Amilase 1050, lipase 1300.
Qual mecanismo causa autodigestão pancreática?
✅ Resposta: A 💡 Pancreatite aguda: ativação PREMATURA de tripsinogênio → tripsina → autodigestão → necrose → inflamação.
Q77.📋 QUESTÃO LITERAL DA PROVA Paciente de 63 anos com dor epigástrica crônica, esteatorreia, perda peso após pancreatite aguda.